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GreenBond: 2 anos da viagem mais intensa de nossas vidas!

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Hoje, 18 de junho, a GreenBond Conservation completa 2 anos de existência! Foram 2 anos de muitas conquistas comemoradas e desafios superados; fizemos amigos, encontramos parceiros de trabalho e construímos uma irmandade ainda maior entre nós. Hoje somos uma família!

 

📍 PONTO DE PARTIDA

Neste mesmo dia, em 2018, iniciávamos efetivamente as atividades da GreenBond. Na época, a empresa contava apenas com seus fundadores na equipe interna, o veterinário e especialista em marketing digital Diego Arruda e o biólogo Gustavo Figueirôa. Ambos possuem uma bela bagagem técnica sobre manejo de fauna, conservação e biodiversidade e, a partir daquele ano, decidiram mergulhar de cabeça no universo do marketing e comunicação. Um casamento que tinha tudo pra dar certo!

Os primeiros trabalhos contaram também com a participação e cooperação de um parceiro muito especial: o Onçafari. Eles foram nosso primeiro cliente e depositaram em nós um voto de confiança que rendeu excelentes frutos ao longo dos anos. Aprendemos e crescemos juntos, então seremos eternamente gratos à organização. 

 

📍 COMPANHEIROS DE TRAJETÓRIA

Ao longo de nosso percurso, firmamos parcerias que ficarão para toda a vida. Algumas profissionais, na labuta do dia a dia, mas todas elas também pessoais. Fizemos grandes amigos e unimos uma rede de pessoas do bem, que lutam pela conservação da biodiversidade, assim como nós. Esse é o nosso maior orgulho.

Logo no início, tivemos a imensa ajuda de nossos conselheiros, que seguem nos orientando e tornando esse sonho possível até hoje! São eles: 

  • Marco de Biasi

  • Laurent Serafini

  • Marcelo Molina

De 2018 pra cá, tivemos a honra de trabalhar ao lado de ótimas instituições ambientais:

  • Onçafari

  • Projeto Tatu-Canastra

  • SOS Pantanal

  • Biofaces

  • Instituto Mamirauá

  • Documenta Pantanal

  • Pró-carnívoros

  • Pantanal Jaguar Camp

Além dos projetos de conservação, também criamos um modelo de negócio colaborativo. Ou seja, estabelecemos parcerias essenciais com empresas e profissionais da área para que os serviços sejam executados com expertise e excelência. São eles: 

  • Nação Design

  • Artery

  • Seppia Geração de Conteúdo

  • Nindoo

  • ABETA (Associação de Ecoturismo e Turismo de Aventura)

  • Leonardo Perez

  • Vivian Martinez 

  • Instituto Waita

Com o aumento das demandas, recebemos também alguns reforços no time interno da GreenBond: os publicitários Letícia Amado e Raphael Parmezani

Agradecemos a todos os companheiros que fortalecem diariamente o nosso propósito de conservação da biodiversidade! Muito obrigado!

 

📍 DESTAQUES DA VIAGEM

Apesar de ser uma empresa relativamente nova, com pouco tempo de caminhada, já tivemos muitos cases de sucesso para comemorar! Nos dedicamos fortemente a cada vertente de trabalho da GreenBond: desde sites e mídias sociais, até a participação em eventos e até o desenvolvimento de expedições no Brasil.

Abaixo, você confere os pontos altos da nossa trajetória: 

 

Jaguar Parade Brasil

Ao lado de nossos parceiros Artery, Onçafari e SOS Pantanal, nós tivemos a oportunidade de participar da maior exposição a céu aberto do mundo: a Jaguar Parade Brasil.

A intervenção artística criada pela Artery, “fez barulho” na cidade de São Paulo, em 2019, e ajudou a divulgar uma importante mensagem central: a conservação da onça-pintada (Panthera onca). Além disso, o fenômeno artístico também mostrou-se uma ferramenta poderosíssima para a captação de recursos, uma vez que metade do valor arrecadado com o leilão das onças foi convertido para projetos atuantes na conservação da espécie (entre eles, o Onçafari e o SOS Pantanal).

Em nosso blog, contamos de forma mais detalhada essa experiência e o mais importante, divulgamos os resultados surpreendentes da ação que tomou conta das ruas paulistanas! 

 

Expedição Pantanal 2019

Em outubro de 2019, concretizamos um dos maiores projetos realizados ao lado do SOS Pantanal: a Expedição Pantanal. Foram 25 dias viajando ao lado deles. Acompanhamos a visita aos principais projetos de conservação e pontos de ecoturismo da região,  com o intuito de aproximar laços e auxiliar na promoção do desenvolvimento sustentável do Pantanal. Ao todo, foram mais de 5.000 km percorridos por terra, mais de 600 km percorridos por rios, 11 municípios, 20 empreendimentos ecoturísticos e 11 projetos de conservação visitados!

Para saber mais detalhes, acompanhe o blog do SOS Pantanal.

 

The Wall – Caldeirão do Huck

Em abril deste ano, também pudemos representar nosso parceiro Onçafari no quadro The Wall, do Caldeirão do Huck/TV Globo. O Gustavo Figueirôa, junto do Leonardo Gomes (diretor-executivo do Onçafari) se arriscaram na brincadeira com o intuito de arrecadar fundos destinados ao reparo dos danos causados pelo incêndio no Pantanal em setembro de 2019!

Além do prêmio em dinheiro, a brincadeira ainda proporcionou uma exposição de excelente resultado na mídia. A partir do programa, conseguimos aumentar consideravelmente o número de seguidores e o engajamento nas redes sociais do Onçafari, bem como realizar uma campanha de sucesso para doações neste período.

 

DeepWild 

Um dos últimos projetos que lançamos e do qual temos muito orgulho é a DeepWild. Trata-se de um software de Inteligência Artificial (IA) que analisa, identifica e organiza vídeos de vida selvagem coletados durante estudos de fauna, automatizando o processo de triagem de dados. 

A ferramenta é fruto de uma parceria entre nós – trazendo um conhecimento técnico e de mercado para a elaboração da ferramenta; a Nindoo – desenvolvendo a tecnologia de inteligência artificial em si e o Onçafarii – fornecendo os vídeos e levantando os problemas que seriam importantes de serem solucionados.

 

Wildingtone

Outro projeto recente que já está sendo um sucesso é a Wildingtone. Inspirada na natureza e no sistema Pantone, a Wildingtone apresenta uma forma de traduzir a beleza selvagem em comunicação visual.

De forma exclusiva, desenvolvemos produtos com padrões e cores baseados na vida selvagem. A venda é realizada pelas redes sociais, por enquanto, e você já pode fazer o seu pedido! Canecas, bonés, máscaras de proteção, chinelos e moleskines são alguns dos produtos já desenhados e desenvolvidos pela marca. 

 

PNUMA

No último dia 5 de junho, realizamos uma live junto do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com o SOS Pantanal. A ideia da ação foi promover um debate sobre a biodiversidade e possíveis soluções para frear a perda da fauna e flora, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

Trabalhando ao lado do SOS Pantanal, nós convidamos representantes de grandes projetos de conservação: Instituto Arara Azul, Onçafari, Projeto Tamanduá, Projeto Ariranhas e do próprio PNUMA, que trouxeram excelentes reflexões ao debate, mediado pela repórter Cláudia Gaigher. A live foi um grande sucesso e marcou o início de uma preciosa parceria com a ONU.

Neste caso, é importante ressaltar que as mídias sociais do SOS Pantanal tiveram um papel fundamental na escolha da parceria. A ONU se interessou pelo conteúdo relevante de conservação compartilhado por nós nas redes do SOS e, a partir delas, decidiu nos convidar para fazer parte desta ação.

 

📍 TURBULÊNCIAS NO MEIO DO CAMINHO

“Reinvenção” foi palavra de ordem que nos permitiu superar todos os obstáculos do caminho. Por disponibilizar soluções de marketing das mais diversas vertentes – online e offline -, nós tivemos a oportunidade de estudar, explorar e nos aprofundar em cada um dos serviços. E é exatamente essa multiplicidade que continua nos mantendo ativos e cheios de trabalho, até mesmo em tempos de pandemia. 

Recentemente, fizemos uma análise sobre o papel do marketing nesse momento imprevisível que o mundo está vivendo. Paramos, pensamos, debatemos, refletimos e chegamos a uma importante conclusão: nosso trabalho não poderia parar!

 

📍 O DESTINO FINAL

Atuar por um propósito nos faz muito mais fortes e resilientes. Nosso objetivo vai muito além das métricas analisadas por uma equipe financeira. Para nós, sucesso é sinônimo de vida. Por isso, trabalhamos diariamente sonhando com o destino final: a conservação total da biodiversidade, dos recursos naturais e o mais importante, a nossa própria sobrevivência.

Agradecemos novamente a todos que fazem dessa viagem uma realidade. 

Estamos juntos!

 

Ficha animal: Anta (Tapirus terrestris)

By | Animais ameaçados de extinção, Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente | No Comments

A anta-brasileira ou simplesmente anta (Tapirus terrestris), também conhecida por tapir, é um mamífero da família Tapiridae e gênero Tapirus. Ocorre desde o sul da Venezuela até o norte da Argentina, em áreas abertas ou florestas próximas a cursos d’água, com abundância de palmeiras.

 

Foto: internet

 

Seus predadores são grandes felinos como a onça-pintada (Panthera onca) e a onça-parda (Puma concolor).

É o maior mamífero terrestre do Brasil e o segundo da América do Sul, com até 300 kg de peso e 242 cm de comprimento. Se diferencia das outras espécies do gênero Tapirus por possuir uma crista sagital (proeminência ao longo da linha média no topo do crânio) e uma crina. Apresenta uma probóscide (apêndice alongado que se localiza na cabeça de algumas espécies de animais), que é usada para coletar alimento. É o último animal da megafauna na Amazônia e possui uma dieta frugívora. Além disso, possui importante papel ecológico na dispersão de sementes, principalmente de palmeiras.

 

Foto de Geoff Gallice/Wikimedia commons

 

Jardineira das florestas

 

É considerada a jardineira de nossas florestas por ser uma excelente dispersora de sementes, contribuindo desta forma para a formação e manutenção da biodiversidade dos biomas brasileiros onde vive (Amazônia, Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica).

 

Espécies

 

Atualmente, existem cinco espécies de antas conhecidas, sendo que 3 delas não ocorrem no Brasil: a anta-da-montanha (Andes), a anta-centro-americana (América Central) e a anta-malaia (Indonésia) – que estão ameaçadas de extinção, de acordo com a lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). No Brasil, existem a anta pretinha e a anta brasileira (também chamada de anta-sul-americana), que é considerada vulnerável.

 

Foto: internet

 

Reprodução

 

Tem reprodução lenta, com uma gestação que pode durar mais de 400 dias e pare apenas um filhote por vez, que pesa entre 3,2 e 5,8 kg. Podem viver até 35 anos de idade.

Um fato curioso é que a fêmea entra no cio a cada 50 a 80 dias e ele dura cerca de dois dias. O nascimento de filhotes ocorre a cada 15 meses, em cativeiro.

 

Ameaças de extinção

 

O animal consta como “vulnerável” de acordo com a IUCN. No entanto, a situação é crítica em alguns lugares pontuais, como na Argentina, nos llanos da Colômbia e da Venezuela. 

A espécie possui a maior distribuição geográfica entre os tapirídeos, ocorrendo em mais de 10 000 000 km². Mas, infelizmente, já se extinguiu em 14% de sua ocorrência original. Dados populacionais são insuficientes, mas presume-se que a anta esteja com suas populações em constante declínio.

 

Foto: site IUCN

 

A situação no Pantanal é relativamente melhor do que em outros biomas brasileiros, sendo classificada como “quase ameaçada”, dado que em breve, a anta pode estar ameaçada nos ecossistemas pantaneiros, visto o avanço das pastagens exóticas e doenças advindas de animais domésticos.

 

Projetos de conservação

 

Pesquisadora e especialista em antas Patrícia Medici criou o maior banco de dados sobre a espécie em todo o mundo! Agraciada com os principais prêmios de conservação da biodiversidade do mundo, Medici percorre o Pantanal e outros biomas brasileiros há mais de 30 anos para monitorar o comportamento do maior mamífero terrestre da América do Sul.

Patrícia está conectada ao Pantanal. Assim como essa região é o paraíso para a anta, é para pesquisadora também. “É um lugar que para mim funciona como um recarregador de baterias, um laboratório a céu aberto. Aqui somos capazes de coletar algumas pecinhas do quebra-cabeça de informações que jamais conseguiríamos coletar em outro lugar. E é a esperança de que, se todo o resto der errado, aqui temos um porto seguro para esse bicho”, diz a pesquisadora, que cresceu na Mata Atlântica e desde criança teve contato intenso com a natureza.

 

Foto de João Marcos Rosa

 

Assim como muitos desconhecem, a Anta é um animal muito importante para a flora. É essencial para a formação e manutenção da biodiversidade dos biomas em que vive! Além disso, um fato curioso é que o termo ‘anta’ não é um xingamento: estudos recentes mostraram que a espécie tem uma quantidade imensa de neurônios, confirmando que ela é um animal extremamente inteligente!

Dia Internacional da Biodiversidade

By | Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente | No Comments

Hoje, dia 22 de maio, é celebrado o Dia Internacional da Biodiversidade. A data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de maio de 1992 tem o intuito conscientizar a população de todo o mundo a respeito importância da diversidade biológica e preservação da biodiversidade em todos os ecossistemas.

 

A biodiversidade da natureza/Fotos: Krzysztof Odziomek (peixes); Geanina Bechea (tucano); Eduard Kyslynskyy (tigre) e BlackHoleSun Photography (cachoeira)

 

Você conhece a biodiversidade brasileira?

 

Com mais de 103 mil espécies animais e 43 mil vegetais conhecidas pela ciência, o Brasil é o país com a maior biodiversidade de flora e fauna do planeta. Esses números representam um tesouro de valor incalculável não apenas para os brasileiros, mas para o mundo como um todo. A diversidade da natureza é a chave para a sobrevivência humana e proteger toda essa riqueza natural não é algo simples.

 

Foto: Gustavo Figueirôa

 

O que é biodiversidade?

 

O termo biodiversidade – ou diversidade biológica – descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. Biodiversidade é o conjunto de todas as formas de vida que nos cercam, encantam e sustentam. Vírus, bactérias, outros pequenos seres microscópicos, plantas, fungos e animais são todos os seus elementos. Simplesmente por ser vida, ela já merece a nossa contemplação, respeito e cuidado. É assim que Júlio César Bicca-Marques, professor da Escola de Ciências da PUC do Rio Grande do Sul, define essa palavra.

É fundamental ressaltar que todas as formas de vida no planeta estão, de uma forma ou de outra, interligadas. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.

 

Foto: Rudimar Narciso Cipriani

 

Quais as principais ameaças à biodiversidade?

 

Infelizmente, toda essa biodiversidade está ameaçada. Segundo o WWF Brasil, especialistas calculam que entre 0,01 e 0,1% de todas as espécies existentes são extintas por ano. O crescimento populacional e o consumo abusivo de recursos naturais contribuem para esse cenário preocupante, levando à destruição dos hábitats e ao comércio da fauna silvestre, principais causas da queda da população das espécies. Confira as principais ameaças abaixo:

  • A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos;
  • Devido ao uso para fins “medicinais” de chifres de rinocerontes em países asiáticos,  estes animais estão sendo caçados até o limiar de sua extinção.
  • A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país;
  • A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país;
  • Um caso bem conhecido é o da importação do Sapo cururu (Rhinella marina) pelo governo da Austrália, com objetivo de controlar uma peste nas plantações de cana-de-açúcar no nordeste do país. O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfíbios da região, tornando-se um problema a mais para os produtores, e não uma solução.

 

Sapo cururu/Foto: Bernard Dupont

 

Nós do #Bond reforçamos a importância desta data para a conscientização das pessoas sobre o meio ambiente! Pouco é conhecido sobre a fauna e flora em todo o mundo, mas é conhecendo que aprendemos a conservá-la!

Lives: marketing de conservação

By | Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente, Projetos de conservação | No Comments

Quer ferramenta de comunicação mais em alta durante a quarentena do que as lives? Elas estão bombando! Neste blog, vamos mostrar as plataformas mais utilizadas para lives, e também vamos ensinar como montar sua live pelo Instagram!

E se você acha que a galera da conservação não pode surfar nesta onda, está muito enganado! O marketing aplicado na conservação tem tudo a ver com transmissões ao vivo e nós vamos provar.

 

Foto: internet

 

O tema conservação tornou-se um assunto bastante debatido por toda a internet. As tragédias que aconteceram em todo o mundo durante o ano foram consequências para o crescimento destes debates!

Sabendo disso, como um projeto de conservação pode enxergar esse “problema” e transformá-lo em oportunidade?

 

Oportunidade na quarentena

 

A obrigação de ficar em casa acabou aumentando a quantidade de lives nas redes sociais e com isso, tornou-se oportunidade para muita gente! O marketing de conservação não ficou fora dessa: projetos e causas aproveitaram para entrar nesse mundo de lives.

 

Foto: post Documenta Pantanal/Live entre Luciano Candisani e João Farkas falando sobre ‘Fotografia e conservação’

 

Unindo o útil ao agradável, muitas causas e projetos já aderiram e estão fazendo sucesso nas redes: um exemplo disso é a iniciativa Documenta Pantanal ter focado em lives semanais no mês passado. O Onçafari também não ficou de fora dessa! 

Além deles, a SOS Pantanal decidiu entrar no mundo das lives neste mês de maio e a Waita está semanalmente chamando outros projetos para conversar ao vivo! E aí, ficou interessado?

 

Como organizar a sua live?

 

Você tem dúvidas de como iniciar uma live? Saiba que existem algumas plataformas famosas para esse tipo de transmissão, sendo elas: Instagram, Facebook, Youtube, Twitch, etc. Aqui, vamos mostrar um passo a passo de como iniciar uma live em uma das plataformas mais famosas e que está bombando ultimamente com a quarentena, o Instagram:

 

Passo 1

Acesse o aplicativo e faça login.

 

Passo 2

Clique no ícone da câmera no canto superior esquerdo como se fosse fazer um stories.

 

Passo 3

Selecione a opção ‘Ao vivo’:

 

Foto: divulgação

 

Passo 4

Clique em Transmitir ao vivo para iniciar a sua live:

 

Foto: divulgação

 

Passo 5

Para terminar, clique em ‘Encerrar’ no canto superior direito.

 

Passo 6

Depois de finalizada a live, você pode salvar o vídeo no seu celular e compartilhar no IGTV:

 

Foto: divulgação

 

Uma dica importante: a duração de uma live é de uma hora. Depois desse período, o Instagram derruba automaticamente, sendo necessário iniciar uma nova! 

No meio da sua transmissão, é possível compartilhar imagens e vídeos que estão salvos na sua galeria. Para fazer isso é só clicar no quadradinho no canto inferior direito da tela e selecionar a imagem que será compartilhada. Para remover a imagem da tela, é só selecionar a opção de não usar nenhuma imagem:

 

Foto: divulgação

 

Como compartilhar perguntas feitas em stories recentes?

 

Você já viu o recurso dos stories de postar uma caixa onde as pessoas podem enviar perguntas para você responder depois? Pois é, essa ferramenta pode ser bastante útil na hora de preparar e fazer as suas lives.

No dia anterior você pode, por exemplo, pedir para os seus seguidores enviarem as perguntas que eles querem ver respondidas na transmissão.

 

Foto: divulgação

 

E na hora da live é só você clicar no ícone da carta com uma interrogação no meio e selecionar a questão que você quer compartilhar na tela enquanto está respondendo.

 

Como convidar outra pessoa para fazer parte da sua live?

 

Numa das atualizações mais recentes, o Instagram adicionou a possibilidade de convidar outra pessoa para participar da transmissão com você: basta iniciar uma live sozinho, aguardar a pessoa entrar e convidá-la, selecionando o item com ‘dois rostos’, que fica perto do rodapé.

O momento é ótimo para apostar em marketing digital e explorar ferramentas que antes não faziam tanto sentido. Informação relevante é sempre bem-vinda, principalmente quando ela aparece “na nossa cara” sem precisar de esforço.

 

Foto: divulgação

 

Se possível, transmita mensagens leves, positivas e entregue ao seu público um momento de “respiro” diante de tanta notícia ruim. Frequência e consistência também são fundamentais.

As lives nos permitem transmitir mensagens e conseguir mais apoio! Podem mostrar a realidade dos biomas brasileiros de forma verdadeira e é uma maneira de mostrar a realidade deles. Além também de poder debater com o público possíveis soluções e envolvê-los organicamente.

 

Lives que você não pode perder

 

  • A iniciativa Documenta Pantanal, no mês de abril, decidiu envolver pessoas conhecidas no mundo da conservação para discutir sobre o tema  conservação e foi um sucesso;
  • O Onçafari não ficou de fora e entrou no mundo das lives, com o próprio presidente, Mario Haberfeld, que está participando e conversando com pessoas envolvidas;
  • A SOS Pantanal vai fazer a primeira live essa semana, no dia 14 de maio;
  • A Waita está semanalmente chamando outros projetos para conversar ao vivo;

Não viu nenhuma ainda ou não começou a fazer? Corre que dá tempo! Nós do #Bond apoiamos essas iniciativas a favor da conservação e da biodiversidade.

Mel orgânico e conservação: qual a relação?

By | Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente | No Comments

A preocupação com a saúde e com o meio ambiente têm aumentado a busca por produtos orgânicos no Brasil e no mundo por diversos motivos. Um deles é o cuidado da saúde e a preocupação com o meio ambiente. Mas a produção do mel orgânico é realmente importante para a conservação e preservação do meio?

 

Foto: Internet

 

O que é mel orgânico?

 

Assim como os vegetais, o mel puro também pode ser orgânico. Isso significa que todo o processo de produção estará livre de qualquer tipo de contaminação, tanto por agrotóxicos quanto por antibióticos, que são usados para tratar doenças das abelhas ou das plantas de onde elas retiram o néctar.

 

Para que o mel seja certificado como orgânico, é preciso que toda a área ao redor do apiário seja livre do uso de agrotóxicos e pesticidas. Isso garante que não haja nenhum tipo de contaminação nas flores em que as abelhas colherão o pólen para a produção do mel.

 

O processo de filtragem do mel orgânico também é diferenciado, pois diferente do comum, ele não deve ser aquecido, apenas coado. Além disso, todo o material usado na colmeia deve ser de aço inox, evitando assim que haja riscos de contaminação.

 

Produção

 

Muitos produtores do Brasil investem em produtos orgânicos, livres de agrotóxicos, um mercado que registra aumento em todo o mundo. O apicultor Lauri Araújo realiza um trabalho cuidadoso para garantir a qualidade do mel que produz na propriedade em São Paulo. A propriedade fica no município de Barra do Chapéu. A mata intocada é essencial para a obtenção do produto.

O produtor, que não tem funcionários, conta com a ajuda da mulher e dos dois filhos mais velhos para realizar a colheita, feita com uma roupa especial de proteção. Lauri trabalha com abelhas africanizadas, fruto do cruzamento de abelhas africanas com europeias. Uma a uma são retiradas as melgueiras, que são as placas onde ficam o mel. Na produção orgânica, as caixas não podem ter pintura para não contaminar o produto.

 

Foto: Lucilia Guimarães/SMCS

 

Na casa do mel há outra exigência. A primeira coisa a se fazer é tomar banho, só depois o produto é descarregado. Quando começa o processamento, todos estão de banho tomado, roupas limpas e usando touca, máscara e luvas. Os favos são abertos e vão para a centrífuga, de onde é retirado o mel. Todos os equipamentos são de aço inoxidável.

 

Benefícios para a conservação e importância das abelhas

 

Um fator que aumenta a importância da produção orgânica do mel é a possibilidade de extinção das abelhas que tem relação ao uso de pesticidas nas produções agropecuárias no geral.

A adoção de técnicas naturais e saudáveis, incentiva a conscientização sobre o meio ambiente e consequentemente reduz o índice de mortalidade das abelhas.

Mas afinal, qual a importância das abelhas para a flora?

Se você é um entusiasta do meio ambiente, provavelmente já sabe que abelhas fazem a polinização, processo necessário para o surgimento de novas plantas e alimentos.

O vento, a água e diferentes animais cumprem seu papel carregando o pólen de uma flor até a outra, contribuindo para o processo de fecundação que dá origem a novas plantas e seus frutos.

O destaque vai para as abelhas que são consideradas as mais eficientes para a tarefa de transporte do pólen. E é por isso que, sem elas, florestas inteiras estariam em risco, prejudicando todas as formas de vida desses ecossistemas.

Trazendo essa realidade para mais perto de nós, seres humanos, é importante ressaltar que abelhas são responsáveis por cerca de 75% da produção de alimentos em todo o mundo. E, também por isso, o debate em torno da preservação desses insetos chama cada vez mais atenção.

O uso intensivo de agrotóxicos contribui para a mortalidade dos insetos e é uma questão tão séria que já mobiliza a união entre agricultores e apicultores (criadores de abelhas) pela busca do equilíbrio.

 

Foto: internet

 

Certificação para produzir o mel

 

Para produzir um mel que possa receber o título de “orgânico”, o apicultor deve passar por um processo de certificação. Isso é feito por algumas empresas que enviam inspetores que analisam tecnicamente as condições do apiário e sugerem adequações para a conversão do apiário convencional em orgânico. Atendidas as exigências e depois de um período de carência, a empresa certifica o apiário.

Essa certificação dá ao apicultor o direito de usar um selo especial no seu produto, identificando-o como orgânico perante os consumidores. Entre os critérios exigidos, está a proibição de lavouras de manejo convencional num raio de 3 km do apiário. Para a manutenção do certificado, as inspeções são repetidas frequentemente.

 

Foto: internet

 

Nós do #Bond apoiamos a produção do mel orgânico para incentivar a conscientização que envolve técnicas de preservação do meio ambiente. Estamos juntos contra a extinção das abelhas e preservação do meio!

Dia Internacional da Conservação dos Anfíbios

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Para finalizarmos o mês com chave de ouro, hoje é o Dia Internacional da Conservação dos Anfíbios! A data ressalta a importância da preservação desses seres que, diferente do que muitos acham, são importantíssimos para o equilíbrio do meio ambiente.

 

Um pouco sobre os Anfíbios

 

O que são anfíbios, afinal? A palavra significa “vida dupla”, porque esses animais são capazes de viver no ambiente terrestre na fase adulta, mas dependem da água para diversas atividades, como a reprodução!

Um fato curioso é que além de não possuem pêlos e nem escamas, são incapazes de manter constante a temperatura de seu corpo, por isso são chamados animais ectotérmicos, ou seja, dependem da temperatura do ambiente para regularem o metabolismo.

No estágio da vida aquática, quando são girinos, os anfíbios respiram por brânquias, como os peixes. Quando adultos, vivem em ambiente terrestre e realizam a respiração pulmonar. Como os seus pulmões são simples e têm pouca superfície de contato para as trocas gasosas, a respiração pulmonar é pouco eficiente, sendo importante a respiração cutânea – processo de trocas de gases com o meio ambiente através da pele.

 

Foto: internet/girino de rã-madeira com tamanho normal de cauda

 

Grupos

 

Mas afinal, o que é considerado um anfíbio? São divididos em três grupos: Ápodes, Anuros e Urodelos.

 

  • Ápodes: Cecílias

 

Foto de Wilkinson M, Sherratt E, Starace F, Gower DJ (2013)/Wikimedia Commons

 

Anuros: Sapos, rãs e pererecas

Foto de Gustavo Figueiroa/sapo

 

Foto de MOs810/Wikimedia Commons – rã

 

Foto de Renato Augusto Martins/Wikimedia Commons – perereca

 

Urodelos: Salamandras-de-fogo

Foto: internet/salamandra

 

Importância para o meio ambiente e para nós

 

Como todo animal, eles fazem parte da cadeia alimentar, se alimentando de insetos e outros invertebrados. Ou seja, entre outras coisas, eles são responsáveis pelo controle de diversos grupos considerados pragas por seres humanos.

Mas essa não é a sua única função. Atualmente, já se sabe que esses animais são bioindicadores, ou seja, sua presença em um local funciona como indicador de que o ambiente está em equilíbrio ecológico. “Os anuros são altamente sensíveis às alterações do ambiente. Por depender de ambientes aquáticos e terrestres em bom estado de conservação, qualquer alteração na qualidade da água e na temperatura pode extinguir espécies. Então, quando eles começam a desaparecer algum dano ao ambiente pode estar acontecendo”, afirma Adelina Ferreira, doutora de biologia que trabalha com a reprodução dos anuros e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Não é só. Alguns anfíbios apresentam substâncias em sua pele com funções de proteção, o que tem atraído a atenção de grandes laboratórios farmacêuticos. “Os anuros não tem garras nem dentes poderosos, por isso eles usam a secreção para se proteger de fungos, bactérias, protozoários e de predadores maiores. São diversas espécies com compostos químicos muito variados, visados para estudos de substâncias novas que possam servir para várias utilidades”, aponta Marcos André de Carvalho, doutor em zoologia e professor da UFMT.

 

Conservação e perigo de extinção

 

Por serem sensíveis a alterações no clima, populações de anfíbios pelo mundo vem decaindo vertiginosamente ao longo dos últimos anos. Confira alguns dados preocupantes sobre o status de conservação desse grupo:

– Mais de 32% das espécies de Anfíbios estão consideradas em perigo de extinção, um número significativamente maior do que em qualquer outro grupo de animais (p. ex. nas Aves 12% e nos Mamíferos 23%);

– Quase 50% das espécies conhecidas de Anfíbios encontram-se em declínio;

– Cerca de 165 espécies de Anfíbios podem, na verdade, encontrar-se já extintas.

 

Pode assim dizer-se que os Anfíbios são o grupo de animais globalmente mais ameaçado em todo o mundo. As causas do desaparecimento dos Anfíbios são múltiplas e variam de local para local, mas podemos considerar como principais:

– a sua especial fragilidade face às alterações climáticas e ao aumento das radiações ultravioleta;

– a poluição do solo e da água devido ao uso excessivo de adubos e pesticidas;

– o desaparecimento dos locais de reprodução devido principalmente à intervenção do homem;

– a proliferação a nível mundial de uma grave doença causada por um fungo, que pode levar rapidamente à morte (quitridiomicose);

– a influência negativa de espécies exóticas invasivas, em especial de peixes predadores;

– a captura para consumo alimentar ou venda como mascotes em lojas de animais;

– a mortalidade nas estradas quando das migrações para (ou desde) os locais de reprodução.

 

Foto de Ian Wongkar

 

Nós do #Bond apoiamos projetos e causas para a proteção dos anfíbios! Ressaltamos a importância desta data para a conservação das espécies.

Importância de doar em tempos de crise

By | Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente, Projetos de conservação | No Comments

Você já doou ou tem costume de doar para alguma organização ou projeto de conservação? Algumas pessoas têm receio de doar porque não sabem o destino das doações ou não conhecem a instituição. Mas saiba que a única fonte de renda das ONGs é a doação e em tempos de crise, passam por mais aperto, pois são as primeiras a pararem de receber a verba.

Foto: Larissa Nogueira/Via BBC News Brasil

 

Por quê doar?

 

Antes de mais nada: o que é uma ONG? ONG quer dizer: Organização Não Governamental. São organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos e são caracterizadas por ações de solidariedade no campo das políticas públicas e sociais, ou seja,  não são criadas para obterem lucro. O mesmo conceito vale para projetos de conservação!

Estas organizações atuam em diferentes áreas, como: social, ambiental, governamental, etc; e dependem de apoiadores, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.

Sobrevivem destes apoiadores, que injetam verba por meio de doações! Exemplo: no dia 11 de abril, nós do #Bond representamos o Onçafari no quadro ‘The Wall’, no Caldeirão do Huck para arrecadar fundos para reparar os danos causados pelo incêndio no Pantanal em setembro de 2019.

 

Foto: internet

 

Doar em tempos de crise

 

Assim como empresas, os projetos de conservação também estão sendo prejudicados pela crise, causada pelo COVID-19. Mas diferente das empresas, a principal fonte de renda é a doação e não gera lucro.

Essa crise que estamos enfrentando, tanto na saúde, quanto na política, afeta todo o país financeiramente. Em consequência disso, prejudica o meio ambiente, pois com menos recursos, é impossível seguir com a preservação e conservação do meio.

Uma consequência disso, é o fato do Onçafari ter perdido 40% de sua fonte de recursos só pelo turismo ter parado. O Ecoturismo é um dos pilares mais importantes da Organização.

A natureza nunca para! Sabendo disso, como podemos apoiá-la em tempos de crise?

 

Foto: site Onçafari

 

Em tempos difíceis, é normal sentir medo de ‘investir’ em alguma causa. Mas saiba que todas elas dependem de você e não podem parar, assim como a natureza! É pensar no futuro da vida selvagem, do meio ambiente e no nosso planeta. E mais importante de tudo isso: é um momento de união. Quem tem uma condição melhor, pode apoiar o próximo que está em uma pior e assim por diante.

 

Conhecendo a organização ou projeto/causa

 

Antes de julgar, é importante conhecer! Pesquise, avalie e tome sua decisão. Conheça todos os projetos, encontre notícias sobre o assunto, ações e o que defendem.

Como a SOS Pantanal, por exemplo, que é uma organização não-governamental, privada, sem vínculos partidários ou religiosos e sem fins lucrativos. Tem a missão de informar e promover o diálogo para um Pantanal sustentável.

O Instituto SOS Pantanal depende de parcerias e doações para que possa manter sua estrutura e conduzir suas atividades também!

Aqueles que contribuem, apoiam ações que visam a sustentabilidade social, ambiental e econômica da Bacia do Alto Paraguai, que abriga o Pantanal.

E então, conhecendo um projeto desta forma, seus objetivos e trabalhos, você se sente seguro para doar?

 

Foto: site SOS Pantanal

 

Projetos de conservação e ongs para conhecer

 

Projeto Baleia Jubarte: ong que desenvolve atividades socioeducativas com comunidades litorâneas da região do Banco dos Abrolhos, através da informação e educação ambiental, para proteger a baleia jubarte;

Waita: ong que executa projetos de pesquisa e ações direcionadas, principalmente, para a conservação de espécies vítima do tráfico de animais silvestres;

Instituto Homem Pantaneiro: tem como objetivo proteger as nascentes e áreas de preservação permanente (APPs) da região do Planalto da Bacia do Alto Paraguai (BAP);

Instituto Tamanduá: desenvolve ações de pesquisa, educação e fomento a políticas públicas, visando a conservação de tamanduás, tatus e preguiças em vida livre e cativeiro.

Nós do #Bond reforçamos e apoiamos essa cultura, a fim de conservar e preservar o meio ambiente! Em tempos de crise, a importância é maior ainda, visto que dependem mais, porém recebem menos. Estamos juntos nessa?

Durante a quarentena, animais selvagens voltam a ocupar espaços antes tomados por humanos

By | Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas | No Comments

Com o surto da pandemia do COVID-19, muitos países decretaram isolamento social, fazendo com que milhões de pessoas deixassem de circular em locais públicos. Porém, o pode ser ruim para uns, é o oposto para outros. Você acredita que esse isolamento de nós humanos está trazendo benefícios para a natureza?

Foto de Stefan-elbe

 

Diante de tantos acontecimentos negativos, percebemos algo animador: a natureza está respondendo de uma forma positiva ao caos!

O isolamento e a redução da quantidade de pessoas nas cidades permitiu que a vida selvagem voltasse a ocupar os espaços antes tomados por multidões, mesmo que de forma tímida. Selecionamos alguns exemplos de como a fauna tem ocupado espaços antes tomados por nós, confira abaixo:

Vida selvagem volta a ativa na Inglaterra

Toupeiras, estão aparecendo com maior frequência em trilhas que antes ficavam lotadas de pessoas. A calmaria acaba liberando a vida selvagem para novos locais em busca de comida e para ocupar território!

Toupeira/Wikimedia Commons

 

Jake Fiennes, gerente de conservação da reserva natural nacional de Holkham, disse que sua equipe estava empolgada em registrar o que está acontecendo na praia de Norfolk/Inglaterra:

“Temos um número anual de visitantes superior a um milhão e, de repente, no pico da época de reprodução, eles não estarão aqui. A natureza está apenas dizendo: ‘Ahhh, agora é tudo para nós mesmos’”.

Com o isolamento, os funcionários da reserva notaram mais gaviões, furões e veados nas trilhas, que antes eram cheias de visitantes:

“O maior impacto que poderemos ver será nas aves costeiras”, disse Fiennes. Ele espera que a paralisação seja positiva para os pássaros que nidificam na praia”

Foto: Ernie Jane /Alamy

 

Tartarugas retomam praias na Índia

Nas costas Indianas, sem turistas, tartarugas retornam em grande quantidade para fazer seus ninhos! Sem turistas nas costas de Odisha, na Índia, e sem caçadores furtivos que costumam caçá-las nesse período, as tartarugas-oliva (Lepidochelys olivacea) retornaram em centenas nas praias de Gahirmatha e Rushikulya Rookery. O bloqueio adotado pelo país permitiu que as criaturas se reproduzam nas melhores condições. Embora a presença deles fosse esperada, milhares de espécimes se espalharam pela praia Rushikulya em menos de uma semana.

Foto: revista pazes/tartarugas retornando para a praia

 

Vida nova nos canais de Veneza

Conhece os canais de Veneza, na Itália? Um fato curioso é que mesmo sendo canais navegáveis, principalmente para o turismo, trata-se de um esgoto a céu aberto.

Devido à quarentena, houve uma drástica redução no fluxo de pessoas nas cidades do país. Gôndolas deixaram de circular nos canais da cidade, e sem circulação de pessoas, a água dos canais, normalmente turvas, ficaram translúcidas ao ponto de peixes ficarem visíveis. Com isso, foi possível avistar golfinhos nos canais, que antes era quase impossível.

Foto: internet

 

Mas não se engane, nem tudo são flores. Segundo conservacionistas, o impacto não é totalmente positivo: alguns crimes contra a vida selvagem acabam passando batidos, já que algumas autoridades estão impossibilitadas de realizar o monitoramento.

Fatos como estes citados acima nos colocam para pensar no quanto a vida humana interfere na vida selvagem. Bastou algumas semanas em casa para que a natureza comece a dar as caras e revelar o quanto interferimos em seu curso natural.

Google AD Grants para projetos de conservação

By | Conservação, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente, Projetos de conservação | No Comments

O marketing digital é uma ferramenta poderosa para atrair novas oportunidades e fidelizar os clientes, mas trabalhar com mídias digitais pode ser muito mais difícil do que parece, não é? Temos uma notícia boa pra você! Caso tenha uma ideia ou um projeto mas está sem apoio, o Google tem um programa de incentivo para ela chamado: Google AD Grants. 

O que é e requisitos

O Google AD Grants é um programa criado para ajudar entidades sem fins lucrativos a divulgarem seus trabalhos gratuitamente na internet, visando conseguir doações e até mesmo realizar recrutamentos. Isso tudo é feito pela própria ferramenta do Google, o Google Adwords.

 

Foto: google

 

Além disso, a instituição ganha  $10 mil por mês em créditos para serem usados  no próprio Google Ads, como incentivo. Para participar, as instituições e organizações sem fins lucrativos precisam atender a uma série de critérios exigidos pelo programa, tais como:

  • Associações que operam sem fins lucrativos para benefício público;
  • A certificação de existência e regularidade da instituição junto ao Ministério da Justiça, órgãos estaduais e municipais competentes, no caso de ONGs e Organizações de Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP);
  • Entidades de Utilidade Pública Federal – UPF;
  • Organizações Sociais – OS;
  • Entidade Beneficente de Assistência Social detentora do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS);
  • No caso de Associações ou Fundações, ser registrada como tal no Cartório de Registro de Pessoas Jurídica;
  • Conformidade com todas as Políticas de Publicidade do Google AdWords;
  • O reconhecimento e a aceitação das políticas adicionais do Google Grants.

O programa possui algumas regras para quem quer participar. Algumas entidades não são permitidas, como: entidades governamentais, sindicatos, hospitais, creches, universidades, partidos e instituições políticas.

Que presentão para as organizações, não é? 

Segundo o próprio Google: “Seja você experiente ou não na pesquisa por anúncios, o Google Ad Grants facilita o lançamento de campanhas, com soluções de publicidade criadas para organizações sem fins lucrativos de todos os tipos.”

Google AD Grants para projetos de conservação

Tem uma ideia ou projeto de conservação? Então é esse o apoio que você precisa! O Google investe em ideias e projetos que estão iniciando e precisam de apoio. Além do investimento, disponibiliza serviços para sua organização, podendo ser gratuito ou pago.

 

Foto: google/anúncio da Onçafari no Google

 

Os anúncios do Google ajudam a impulsionar seu projeto de conservação: eles aparecem ao lado dos resultados de pesquisa do Google quando as pessoas realizam a pesquisa, além de incluir ferramentas poderosas para ajudar você a criar, segmentar e otimizar suas campanhas. Então você sempre terá controle total sobre suas campanhas!

Vantagens

O objetivo do programa, além do incentivo, é mudar o mundo: “Vamos mudar o mundo. Mais visibilidade. Mais doações. Mais voluntários. Esse é o resultado alcançado quando você compartilha sua mensagem com pessoas que querem ajudar.”

Segundo Ping Lo, da ‘The Fred Hollows Foundation, “O Google Ad Grants nos ajudou a entrar em contato com milhares de colaboradores de todo o país e isso criou mudanças por meio da conscientização.”

Para seu projeto de conservação, você poderá entrar em contato com pessoas mais importantes, exibindo anúncios a quem está pesquisando no Google assuntos relacionados à sua especialidade. Vai permitir doações para a sua causa de conservação! E uma dica: quanto mais fácil o processo de doação, mais contribuições as pessoas farão, ok? E por último, a ferramenta permite personalizar a informação para anúncios mais inteligentes. Através do Google Analytics, é possível rastrear as conversões, para saber sobre o desempenho dos anúncios, além do usuário poder definir as palavras-chaves mais fortes para a busca.

Como participar?

Participar é fácil, basta acessar o site do Google AD Grants, ir em ‘Inscreva-se’ e acessar com a sua conta do Google. Se não tiver, pode ficar tranquilo, pois a criação da conta é rápida e fácil, podendo ser feita na mesma página. Depois, basta seguir o passo a passo e começar a usar!

Nós do #Bond utilizamos e participamos do programa em 2018. O resultado? A captação de clientes, como: SOS Pantanal, Onçafari, Instituto Mamirauá, Documenta Pantanal e Biofaces 😉