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Desastre Ambiental

Luan Santana irá realizar live diretamente do rio Paraguai em prol do Pantanal- Movimento o Pantanal Chama

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O Pantanal enfrenta o pior cenário de todos os tempos. Com a pior seca dos últimos 47 anos, uma onda de incêndios devastou mais 4 milhões de hectares do bioma. Isso equivale a 29% de todo o Pantanal. 

Os danos ambientais e econômicos ainda são incalculáveis. Milhares de animais mortos e feridos, vegetações destruídas, propriedade invadidas pelo fogo e comunidades inteiras vivendo em situação de vulnerabilidade.

 

incêndios Pantanal

 

Movimento “O Pantanal chama”

 

Entendendo a real necessidade de apoio ao bioma,  Instituto SOS Pantanal, UniãoBR e por Luan Santana, criaram o movimento “O Pantanal chama”. Uma ação conjunta que tem como objetivo:

  • Prestar suporte emergencial à fauna afetada pelo fogo 
  • Prestar apoio à comunidades em vulnerabilidade
  • Promover a restauração de áreas degradadas através do plantio de mudas nativas. 
  • Estruturar de brigadas rurais voluntárias fixas pelo bioma, treinadas, equipadas e integradas aos bombeiros

 

Várias instituições também estão apoiando esse movimento, atuando em diferentes frentes. Você também pode fazer a sua parte!  Acesse o site: opantanalchama.sospantanal.org.br , assine, doe e compartilhe! 

 

Live Luan Santana

Extremamente comovido e disposto a mudar a realidade do Pantanal, Luan Santana resolveu fazer mais do que compartilhar mensagens em redes sociais. Além de compor uma música belíssima com uma letra impactante intitulada: “Um grito entre as cinzas”, o cantor fará, domingo agora, dia 22 de novembro, uma live diretamente do Rio Paraguai e todo recurso arrecadado através de doações será destinado ao movimento O Pantanal chama. O show terá a participação de outros artistas e será transmitido ao vivo pelos canais de Luan Santana e no canal National Geographic Brasil. 

 

O Pantanal Chama, com Luan Santana, no National Geographic | National Geographic

 

“Vou fazer a live do dia 22 de novembro lá mesmo, mostrando tudo o que está acontecendo no Pantanal. Não só porque sou sul-mato-grossense , mas porque somos brasileiros. Trata-se de uma tragédia nacional, que atinge todos os biomas que o Brasil tem. Os especialistas garantem que jamais houve uma quantidade tão grande de focos de incêndio. São focos de incêndio intermináveis, fortes e intensos. Eu tive a chance e honra de conhecer e desfrutar do Pantanal por várias vezes. É um contato tão forte com a natureza que você se sente em conexão direta com Deus”, diz Luan.

A ideia é também lançar produtos temáticos (sobre o Pantanal) para sua loja virtual, com renda revertida para a instituição ligada ao projeto. “Há um mês entrei nas minhas redes sociais para falar sobre o projeto ‘O Pantanal Chama’, alertando empresas e pedindo à população para a gente lutar agora e salvar esse paraíso”, completa.

 

 

Onde o bond entra nessa história?

A equipe da Greenbond está desempenhando um papel fundamental na interlocução, comunicação e organização deste evento e estará presente no dia da live documentando tudo pela SOS Pantanal.

 

Não perca esse movimento lindo e super importante! Dia 22 de novembro às 17h!

 

 

 

 

5 de setembro: Dia da Amazônia

By | amazonia, Conservação, Datas comemorativas, Desastre Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas | No Comments

A Amazônia é um dos biomas mais valiosos de toda a humanidade abrigando a maior reserva natural do planeta. Possui cerca de sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas. Abrange nove países (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela), sendo que o território brasileiro guarda 60 % da floresta. 26% da sua área protegida também se encontra aqui.

Bioma Amazônico. Fonte: BBC

Biodiversidade 

Devido a sua grande variedade de ecossistemas, com características únicas e peculiares, a Amazônia é refúgio para cerca de 40 mil espécies vegetais, 427 espécies de mamíferos, 1.294 de aves, 378 de répteis, 400 de anfíbios e 3 mil de peixes de água doce, além das mais de 100 mil espécies de invertebrados. O bioma Amazônico possui cerca de 30% das espécies existentes no planeta, sendo o mais biodiverso de todos os biomas. Muitas dessas espécies são endêmicas da região e outras muitas se encontram ameaçadas de extinção.

Foto: conexaoplaneta

Rios voadores

A Amazônia é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos. Os cursos d’água dos rios da Amazônia são grandiosos e fundamentais para a manutenção da vida silvestre, e não é somente a local, não.

A floresta ocupa uma área de aproximadamente 6,7 milhões de quilômetros quadrados — Foto: Arquivo TG

Cerca de 17 bilhões de litros de água da Bacia Hidrográfica Amazônica vão para os oceanos e, aproximadamente, 500 litros de água são produzidos diariamente por cada uma das árvores da floresta e lançados para atmosfera, formando os rios voadores, responsáveis pelas chuvas das regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.

Os  rios voadores são imensos volumes de vapor de água com cerca de três quilômetros de altura, algumas centenas de largura e milhares de extensão. Eles não podem ser vistos, por estarem em forma de vapor d’água, mas tem uma importantíssima função na regulação do clima. 

Fotografia aérea de uma pequena parte da Amazônia brasileira próxima a Manaus, Amazonas Imagem editada e redimensionada de Neil Palmer

Ameaças 

A Amazônia tem uma inegável importância ambiental para o nosso planeta.  São habitat de inúmeras espécies, fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais, regulam o clima dentre inúmeras outras contribuições.  Mesmo sabendo disso tudo, esse bioma tão rico tem sido constantemente ameaçada por inúmeras atividades humanas:

  • Extração de madeira
  • Mineração
  • Agricultura
  • Obras de infraestrutura
  • Queimadas
  • Desmatamento
  • Pecuária predatória

Vamos dar uma atenção maior neste momento ao desmatamento que bateu recordes no primeiro semestre de 2020. 

Árvores caídas em área desmatada da Amazônia em Itaituba, no Pará — Foto: Ricardo Moraes/Reuters/Arquivo

Desmatamento na Amazônia dispara mais em 2020

No primeiro semestre de 2020, dados do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicaram alerta de devastação em 3.069,57 km² da Amazônia, aumento de 25% em comparação ao primeiro semestre de 2019. Em agosto do mesmo ano, o Inpe apresentou novos dados, indicando uma aumento de 34% no desmatamento nos últimos 12 meses.

Os dados indicam que o crime ambiental continua ocorrendo, mesmo no período em que o país enfrenta uma pandemia ocasionada pelo coronavírus.

Devido a esses dados assustadores, o Brasil vem enfrentando pressão do mundo inteiro para que os índices de desmatamento diminuam e, apesar do governo federal afirmar que o Brasil está buscando diminuir esse índice, os números mostram  um aumento na tendência de desmate. 

“Enquanto o Planalto se esforça para tentar enganar o mundo de que preserva a Amazônia, a realidade dos números revela a verdade: o governo Bolsonaro está destruindo a maior floresta tropical do planeta. Sob Bolsonaro, vivemos o pior momento da agenda ambiental de nosso país”, afirma Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, que reúne 26 instituições.

 

Hoje, mais do que comemorar toda a vida que esse bioma carrega, deixamos um convite para refletirmos sobre o rumo que estamos tomando. A Amazônia é nossa! é nosso dever cuidar e cobrar de nossos governantes medidas sérias de proteção aos nossos biomas.

 

Estudo aponta que humanidade entrará em um ¨colapso irreversível” em 40 anos.

By | Aquecimento Global, Desastre Ambiental, Mudanças Climáticas | No Comments

O fim da humanidade está próximo! Parece frase sensacionalista que encontramos pintadas em muros mas, infelizmente, não é. 

Um artigo publicado pela Nature, uma das mais conceituadas revistas científicas do mundo, tem incomodado a comunidade científica.
O estudo em questão é o ¨Deforestation and world population sustainability: a quantitative analysis¨ (Desmatamento e sustentabilidade da população mundial: uma análise quantitativa, em tradução livre), produzido pelos pesquisadores Mauro Bologna e  Gerardo Aquino. Ele faz uma análise quantitativa da sustentabilidade do atual crescimento da população mundial em relação ao processo de desmatamento, do ponto de vista estatístico. Os autores afirmam que se a humanidade mantiver o ritmo atual, a civilização pode caminhar para o “colapso irreversível” numa questão de décadas. 

Para tornar a situação mais preocupante,  inúmeros renomados cientistas comentaram sobre o quão impecável e completo é o estudo.

 

 

O que o estudo levou em consideração? 

Se existe um problema inegável, cheio de evidências e comprovações científicas, é o desmatamento das florestas do nosso planeta. Dos 60 milhões de km² de florestas que existiam, menos de 40 milhões de km² ainda estão de pé.

Mauro Bologna e  Gerardo Aquino, autores do artigo, afirmam que apesar do aquecimento global ser preocupante, jamais sentiremos seus maiores impactos pois, a chance dos nossos ecossistemas colapsarem antes, é maior. 

Grandes florestas, como a Amazônia, já estão bem perto de atingir um limiar de destruição irreversível, tornando o ecossistema incapaz de se auto sustentar. Isso resultará no seu completo desaparecimento. Situações como essa não são novidades e já aconteceram em outros locais do planeta. A retirada da cobertura original em alguns ecossistemas foi tão grande que a paisagem foi totalmente transformada em desertos.

 

Desmatamento da Amazonia. Foto: Paulo Whitaker/Reuters

 

Modelos matemáticos complexos foram desenvolvidos pelos autores do artigo a fim de mensurar os problemas que estamos causando.

Para as análises, foram levados em conta diversos fatores: 

  • A taxa de crescimento populacional humana, 
  • A taxa de criação e destruição de unidades de conservação ao redor do mundo, 
  • Variações da demanda por madeira,
  • Áreas de pasto ou agrícolas,
  • Previsões de mudanças na taxa de desmatamento
  • Prováveis avanços tecnológicos que poderiam interferir positivamente nesse cenário.

Modelo adotado por Mauro Bologna e Gerardo Aquino.

 

Após diversas análises, utilizando diferentes cenários possíveis, os resultados foram preocupantes.

Caso o ritmo de destruição das florestas se mantenha como atualmente, perderíamos todas as árvores da Terra em apenas 100 ou 200 anos, mas os efeitos dessa catástrofe, obviamente, serão sentidos muito antes da última árvore ser cortada.

Modelos desse tipo já foram utilizados anteriormente para analisar o  ecocídio (extinção da civilização local pela destruição ambiental que elas mesmas causaram) que ocorreu na Ilha de Páscoa e os cientistas afirmam que o que está ocorrendo no planeta é assustadoramente similar.

Mauro Bologna e  Gerardo Aquino ainda citaram em seu artigo o “Paradoxo de Fermi”, que questiona nossa falta de conhecimento de civilizações extraterrestres. Estatisticamente, bilhões de civilizações existem em planetas a nossa volta, apesar de nunca termos encontrado  nenhuma delas. De um ponto de vista teórico, as civilizações podem ser tão complexas que poderiam colonizar grande parte de suas galáxias, mas na prática, isso nunca foi observado por nós. Aí entra “Paradoxo de Fermi”. Ele hipotetiza que pode existir alguma barreira que impeça que essas civilizações atinjam essa complexidade, como, por exemplo, o esgotamento dos recursos de seu planeta natal, resultado em sua própria extinção. Desse modo poderíamos inferir que os outros moradores do universo não são encontrados porque quase todos podem já estar mortos. 

 

Apelidada de “o grande filtro”, essa barreira pode impedir que as civilizações alcancem uma escala interplanetária. Enquanto nossa espécie ultrapassou várias barreiras no passado, não conseguiremos ultrapassar o grande filtro (em vermelho) pois, segundo os autores, esgotaremos nosso planeta antes – Créditos na imagem

 

A que conclusão os autores chegaram?

Com base nas taxas atuais de consumo de recursos e na melhor estimativa de crescimento da taxa tecnológica, o estudo aponta que, a humanidade tem uma probabilidade de menos de 10% de sobreviver sem enfrentar um colapso catastrófico. Isso na perspectiva mais otimista e em um prazo máximo de 40 anos

Isso resultaria na completa aniquilação da humanidade pela destruição massiva das florestas do planeta e, consequentemente, em um colapso sistêmico dos principais ecossistemas. As secas extremas ocasionadas pelo fim das florestas impossibilitariam a produção da comida e isso seria o fim da humanidade.

Esse mesmo cenário também explicaria o Paradoxo de Fermi, uma vez que civilizações tendem a se autodestruir antes de expandir para outros planetas.

 

Já podemos no preparar para o pior?

A situação é extremamente preocupante sim, e, apesar de cenários estatísticos serem extremamente teóricos, os modelos testados neste artigo foram extremamente embasados e completos, além de muito elogiados por outros cientistas, indicando que essas previsões podem estar certas. 

Se não mudarmos drasticamente a nossa forma de consumo nossa civilização irá acabar  muito em breve.

Para nossa infelicidade, a hora da mudança é AGORA e, mesmo como todas as evidências e provas científicas, nem todas as pessoas e governantes estão dispostas a elas.

Toxinas naturais podem ter causado a morte de centenas de elefantes em Botsuana

By | Animais ameaçados de extinção, Desastre Ambiental | No Comments

Desde março de 2020, mais de de 350 carcaças de elefantes foram encontradas no delta do Okavango, em Botsuana – sul da África. As causas das mortes foram um grande mistério, gerando um mar de discussão na comunidade científica. O principal intuito de tanta investigação é evitar mais mortes ainda e que estas saiam do controle sem nenhuma causa definida.

No início, algumas hipóteses foram levantadas, como caça predatória, envenenamento natural por Anthrax, e até mesmo o surgimento de uma nova doença. Amostras de materiais biológicos dos animais mortos foram analisadas e, embora os resultados não sejam 100% conclusivos, parece que o verdadeiro vilão foi identificado. 

Morte de elefantes em Botsuana segue cercada de mistérios. Foto: Divulgação/BBC

 

Toxinas naturais encontradas na água

 

Diversos exames foram, e ainda estão sendo realizados em laboratórios de diversos países e, com base no resultado de alguns testes, pesquisadores descobriram que a causa dessas mortes provavelmente está associado a toxinas naturais presentes na água. 

O chefe do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, Cyril Taolo, em entrevista com a G1 explicou que algumas bactérias podem produzir veneno naturalmente, principalmente em água estagnada e que, apesar de não terem estabelecido uma conclusão sobre a causa das mortes, os resultados preliminares apontam para as toxinas naturais.

Envenenamento e o surgimento de uma nova doença são possibilidades em análise. Foto: Divulgação/BBC

 

 

Dificuldades impostas pela pandemia

 

As fatalidades em Botsuana estão sendo observadas desde março, mas por conta do Coronavírus e suas limitações, o diagnóstico exato está demorando mais do que o previsto para ser concluído. 

Alguns testes importantes para fechar o veredito ainda não obtiveram resultados e para se chegar a uma conclusão realmente assertiva, é necessário analisar todos os resultados, eliminando todas as possíveis causas. 

Elefantes mortos em Botsuana.. Foto: Divulgação/BBC

 

Dia Nacional do Controle da Poluição Industrial

By | Aquecimento Global, Desastre Ambiental, Mudanças Climáticas | No Comments

Em 14 de agosto, é comemorado mundialmente  o “Dia do Controle a Poluição Industrial”. 

Neste dia, o mundo inteiro se propõe a refletir sobre os efeitos nocivos da poluição atmosférica decorrente das indústrias e fábricas e, principalmente, sobre as ações que podem ser tomadas para diminuir essa emissão.

As indústrias, devido às suas inúmeras atividades, são o segmento de maior contribuição à dispersão de poluentes no ar, água e solo, causando inúmeros danos ao meio ambiente.

Por muito tempo acreditou-se que a poluição industrial era um problema local. Ou seja, cada cidade ou país que tome suas decisões e que lide com sua ¨bagunça¨. Ledo engano de quem pensa assim. A poluição industrial, assim como a tecnologia, também se globalizou, cruzando fronteiras geográficas e afetando diretamente a vida de toda a população mundial. 

Para entender melhor, é só pensar por um instante em um exemplo simples. Um poluente lançado por uma indústria em São Paulo, afeta a qualidade do ar da própria cidade, das cidades vizinhas e até de outros países. Além disso, pode contaminar o solo que produz alimentos para exportação, águas de rios afetando os pescados e contribui com o aumento do efeito estufa. 

O problema está longe de pequeno e pontual.

Poluição industrial. Foto: allgasbrasil

 

A diminuição da poluição mundial devido ao COVID-19 

 

O mundo inteiro está em luto pelas vidas perdidas pela pandemia, mas o meio ambiente que respirou aliviado. 

A diminuição das atividades industriais, circulação de carros e atividades gerais ao nível global, levou a uma grande queda de emissões de poluentes, podendo conferir ao ano de 2020 a maior queda já registrada por ano

Longe de ser um motivo de comemoração é importante refletirmos fortemente sobre como estamos destruindo diariamente nosso planeta e principalmente, sobre como já vivemos em uma crise ambiental a anos.

Mesmo com essa alta taxa de redução em 2020,  ainda estamos muito longe da redução necessária que precisa acontecer para evitar mudanças climáticas perigosas

A situação é perigosa e os líderes mundiais não agirem rapidamente, enfrentar outras crises futuras somadas a essa que já vivemos será muito mais difícil e poderá ser mortal para a humanidade. 

 

Dados de satélite mostrando as emissões de dióxido de nitrogênio sobre o norte da Itália em 7 de março (esquerda) e 8 de fevereiro (direita). Imagem: Sam Gassó

 

Medidas de combate a poluição

Como podemos então combater a poluição?

Já vimos que a poluição não respeita fronteiras e, desse modo, as ações de combate a mesma devem ser mundiais. Primeiramente, é fundamental o desenvolvimento de estudos apontem soluções e alternativas para a mitigação da emissão de poluentes pelas indústrias. Os resultados de tais pesquisas devem fundamentar planos de ações a nível global. A criação de políticas públicas globais, nacionais e regionais que visem a redução da poluição e o aumento da fiscalização por parte do governo é o ponto chave.

Também se faz necessário um fortalecimento das relações entre empresas, ONGs, órgãos ambientais e governo para discutir este problema e  criar metas e o comprometimento da organização na redução significativa de poluentes, apresentando os menores índices possíveis.

Mas e nós? Sabemos que podemos reduzir a emissão de poluentes no dia, mas não podemos fazer nada maior Podemos e devemos.  Escolher bem os nossos governantes, prestando atenção em suas pautas ambientais, e cobrar dos eleitos uma postura mais justa com o meio ambiente já é um ótimo primeiro passo, não acham. Talvez até o mais importante.

O meio ambiente agradece! 

Poluição do ar mata 6,5 milhões de pessoas por ano. Foto: PEXELS

Mudanças Climáticas e Coronavírus: qual a relação entre os dois?

By | Aquecimento Global, Desastre Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Não categorizado | No Comments

No dia 16 de março, celebramos o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas. Este dia foi criado com o objetivo de chamar atenção das pessoas para os riscos associados às alterações no clima, assim como para as ações que devemos tomar para reduzir ao máximo os impactos dessas mudanças em nosso planeta. A única certeza que temos até agora, é que as mudanças já estão causando efeitos catastróficos em algumas partes do mundo, e causarão ainda mais. A conta já está alta e uma hora vai chegar com maior força. Cabe a nós decidirmos o quão grande será a conta que virá.

Fonte: Imagem da internet

 

Causas e efeitos do aquecimento global

Já é comprovado há tempos pela ciência que a ação humana tem intensificado e acelerado essas mudanças diretamente. A principal fonte causadora do aquecimento global é o aumento da emissão de gases de efeito estufa (GEEs), como o metano (CH4), óxido nitroso (N2O) e primariamente o dióxido de carbono (CO2), entre outros.  A queima de combustíveis fósseis, o desmatamento, perda de biodiversidade e uso irracional dos recursos naturais, são as maiores causas de emissão desses gases na atmosfera. No Brasil, a maior parte das emissões de GEEs é causada pelo desmatamento, seja por meio do corte ou queimada de árvores.

Emissão de gases do efeito estufa na atmosfera. Fonte: Internet

 

O aumento da temperatura média da Terra já está mostrando efeitos diretos em diferentes cenários, como os níveis recordes de derretimento de geleiras nos polos, aumento do nível dos oceanos,  tempestades mais intensas, períodos de secas mais prolongados, entre outros fatores que influenciam a vida de bilhões de pessoas no mundo. Cientistas do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU), já comprovaram que a temperatura do planeta está 0,8 grau mais quente, e que, se nada for feito para interromper o ciclo das mudanças climáticas, esse aumento pode atingir alarmantes 1,5 graus.

Comparativo da cobertura de gelo no polo norte entre 1984 e 2016. Fonte: Internet

 

Coronavírus X Mudanças Climáticas

Por coincidência, a data caiu bem em meio a uma crise mundial de saúde, a pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Você deve estar se perguntando o porquê de citarmos a pandemia no meio de um texto sobre mudanças climáticas. Bom, a relação aqui vem em um nível de estrutura societária. Entenda, o surto de coronavírus é grave, porém a previsão dos cientistas é que dentro de 4 meses tudo comece a voltar ao normal. Mesmo assim, o surto está levando ao fechamento de aeroportos e fronteiras, esvaziamento das prateleiras em supermercados, cancelamento de grandes eventos, além da superlotação de hospitais.

Fonte: Internet

Imagine agora, caso o nível do mar suba mais ainda e milhares de cidades costeiras fiquem inabitáveis. Isso geraria uma migração em cadeia de centenas de milhões de pessoas para o interior dos continentes, podendo causar uma ruptura nas estruturas sociais que existem hoje. Recursos ficariam escassos, espaço para moradias seriam ainda mais disputados e a ordem pública entraria em grave risco.

 

Faça sua parte!

Neste Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, deixamos o nosso alerta, nosso tijolo em um muro que está sendo construído há anos por cientistas que, muitas vezes, não são ouvidos. As ações para diminuir a intensidade das mudanças climáticas devem ser tomadas já, não há mais tempo para prorrogação. Você pode fazer a sua parte.

Utilize os recursos naturais de forma mais consciente. Reduza o consumo de matérias-primas, reutilize todo o material que for possível ser reaproveitado. Escolha produtos e serviços de empresas que respeitam e se preocupam com a saúde do meio ambiente. Nós acreditamos na mudança!

 

 

Dia Internacional da Vida Selvagem: Sustentando toda a vida na Terra

By | Animais ameaçados de extinção, Conservação, Desastre Ambiental, Educação ambiental, GreenBond, Marketing na Conservação, Meio Ambiente | No Comments

Hoje, 03 de março, é comemorado o Dia Internacional da Vida Selvagem. O dia foi criado pela ONU, em 2013, com o objetivo de celebrar a fauna e a flora, além de alertar sobre importância em conservar as espécies selvagens do mundo. O Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo, sendo o Pantanal um dos grandes refúgios desta vida toda.

Foto de Diego Rugno

 

 

Fragilidade da vida selvagem

 

Certamente a vida selvagem não é abundante como anos atrás. Fatores como caça ilegal, desmatamento, aquecimento global, poluição de rios e mares, entre outros, influenciam na negativamente na vida animal. Mas o que estamos fazendo para mudar esse futuro?

Estudos recentes sugerem que os prováveis índices de extinção, atualmente, sejam de 100 à 1.000 extinções por 10.000 espécies em 100 anos, o que é muito elevado. Isso leva a crer que nós estamos mesmo à beira da sexta extinção em massa.

O relatório do Planeta Vivo (Living Planet Report – LPR), divulgado no segundo semestre de 2016, aponta que, em média, a abundância das espécies de vertebrados diminuiu 58% desde 1970 e, se as atuais tendências continuarem, até 2020 esse declínio chegará a 67%. Mesmo quando as metas projetadas pelas Nações Unidas são de acabar com a perda da biodiversidade até 2020.

Foto de Diego Rugno

 

Atitudes para virar o jogo

 

Tanto atividades individuais, quanto apoiar alguma organização ou ação sustentável, são muito bem-vindas! 

Evitar o uso de materiais que demoram muito para dissipar/extinguir ou que sejam mais difíceis de reutilizar ou reciclar, é também um jeito de fazer a sua parte, como por exemplo: canudos de papel. 

Jogar lixo na rua? Jamais! Lembre-se, agora você é uma nova pessoa e quer proteger o meio ambiente e os animais! Segurar o lixo até uma lixeira não mata ninguém, não é mesmo?

Importante também conhecer sobre os animais e não matá-los, mesmo que seja um intruso em sua residência. Essa busca de conhecimento é fundamental para entender, por exemplo, que os gambás são ótimos controladores de pragas, como escorpiões, baratas, entre outros insetos.

Dirigir com cuidado nas estradas para não matar os animais é também um diferencial e uma atitude essencial.

Foto de Gustavo Figueiroa/Irara atropelada

 

Apoiar instituições, organizações ou uma pequena ação que ajuda o meio ambiente e a vida animal é simples, fácil e rápido!

Foto de Diego Rugno

 

Eventos no Brasil e no mundo

 

Nesse dia tão especial, vão acontecer alguns eventos no Brasil e no mundo todo! No próprio site oficial da Wild Life Day, é possível encontrar o mais próximo de você. No Brasil, acontecerão nos estados: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

  • Na Bahia, no ICMBio e ACTP, em Patamunté;
  • Em Goiás, no Instituto Jurumi, que fica em Brasília;
  • Em Minas Gerais, no Centro de Conservação dos saguis-da-serra, em Viçosa;
  • No Espírito Santo, no Acqua Sub, em Guarapari;
  • No Rio de Janeiro, no Parque Nacional da Tijuca, na própria capital;
  • Em São Paulo, no Parque Zoológico Municipal de Bauru, em Bauru e Zoológico de São Paulo, na capital.

Foto de Diego Rugno

 

Nós apoiamos esse tipo de evento a favor da vida selvagem e do meio ambiente. Para saber mais sobre nossos trabalhos e clientes, é só acessar nosso site!

Incêndios na Austrália: entenda a gravidade

By | Aquecimento Global, Desastre Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas | No Comments

A Austrália é hoje o foco das atenções do mundo devido às catástrofes climáticas que vem enfrentando. Há meses, incêndios florestais devastam áreas enormes de florestas por todo o país, sendo considerada a pior onda de incêndio da história para os australianos.

 

Helicóptero despejando água durante o incêndio. Fonte: Reprodução G1

Causas do incêndio

 

Diferente do Brasil, a maioria dos incêndios na Austrália são provocados por causas naturais, surgindo da combinação de temperaturas acima dos 40 graus, ventos fortes e tempo muito seco. Lá, os incêndios são comuns e acontecem todos os anos. Porém, a situação tem ficado mais complicada com o passar dos anos, devido ao efeito direto das mudanças climáticas do aquecimento global.

 

Canguru fugindo do incêndio. Fonte: G1

 

Dois dos principais fenômenos que controlam o clima, tem influência direta nos incêndios. Os fenômenos são conhecidos como: DOI (Dipolo do Oceano Índico) e MAS (Modo Anular Sul).

O DOI é a oscilação de temperatura no mar ao leste e oeste do oceano Índico. Quando a combinação da diferença na temperatura da superfície do mar indicam índices positivos, significa que haverá menos chuvas na Austrália. Já o MAS, é o movimento norte-sul do cinturão de ventos. Quando os índices são negativos, também significa menos chuvas na região.

Em 2019, o cenário foi uma combinação de DOI (+) e MAS (-), ou seja, os extremos para pouca chuva. Somado às altas temperaturas, geraram este cenário desolador. É um efeito raro, porém foi intensificado pelo aquecimento global.

 

Números da catástrofe

 

Nestes 4 meses de fogo contínuo, autoridades e pesquisadores estimam que:

  • Cerca de 500 milhões de animais morreram (entre mamíferos, anfíbios, aves, répteis…);
  • 1/3 da população de coalas foi dizimada;
  • Mais de 100.000 pessoas desalojadas de suas casas;
  • Mais de 25 pessoas mortas;
  • Mais de 8 milhões de hectares queimados.

 

Canguru carbonizado após passagem do fogo. Fonte: Internet

Diferença entre a Austrália e o Brasil

 

Incêndios florestais não são um problema apenas na Austrália. Recentemente, passamos por um período grave de focos de fogo por todo o país. As queimadas ficaram mais evidentes na Amazônia, mas também afetaram gravemente o Pantanal e Cerrado.

No Brasil, a maior parte dos incêndios registrados foram na Amazônia, uma mata úmida que não pega fogo naturalmente. Aqui, a maioria dos incêndios são criminosos, colocados para a limpeza de área previamente desmatadas. Ou seja, boa parte dos incêndios na Amazônia ocorreram em áreas onde as árvores já foram derrubadas.

Já na Austrália, os incêndios consomem florestas em pé – lembrando que o desmatamento é a principal causa do aquecimento global. A maior parte das queimadas acontecem por causas naturais, assim como no Cerrado brasileiro. Porém, estão sendo intensificadas e mais extensas devido às alterações climáticas dos últimos anos.

 

Entenda melhor a diferença nesta arte criada pelo Hugo Fernandes, do Instagram @hugofernandesbio

 

A situação na Austrália é gravíssima! A tendência é que os próximos anos sejam mais perigosos, pois a cada ano que passa, as condições para o fogo tem ficado mais propícias. As mudanças climáticas não estão batendo em nossa porta, estão invadindo e devastando tudo pela frente. Não há mais tempo para negacionismo, precisamos agir já!

 

6 consequências do desmatamento na Amazônia

By | Desastre Ambiental, Meio Ambiente, Não categorizado | No Comments

Você sabia que as florestas são essenciais para conservar a biodiversidade do planeta? Elas suprem a necessidade de abrigo, água e sustento para milhares de pessoas! E pensando nisso, podemos dizer que a Amazônia é o coração pulsante do nosso planeta, ou seja, é vital para equilibrar o clima global. A mata armazena bilhões de toneladas de carbono, um volume maior de água doce do que qualquer outro lugar do mundo, além de uma grande variedade de plantas e animais. Também é o lar de milhares de pessoas, incluindo povos indígenas e comunidades locais.

Mas, no momento, toda essa riqueza está ameaçada: o desmatamento na Amazônia cresceu 88% em relação ao mesmo período do ano passado! Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), essa destruição já atingiu 920 quilômetros quadrados dentro do bioma. As estatísticas e o descaso do governo com políticas ambientais preocupam, não apenas pelo bioma em si, mas pelas consequências irreversíveis que essas agressões podem trazer para o planeta. 

O desmatamento na Amazônia cresce em escala alarmante. (Foto: PAULO WHITAKER/Reuters)

Confira algumas consequências da ação humana na nossa natureza:

1. Devastação da biodiversidade  

Com a derrubada da mata, o habitat de muitos animais torna-se escasso ou até mesmo inexistente. Por isso, diversas espécies endêmicas, ou seja, que só existem nesta determinada região, como Uacari-Branco (Cacajao calvus), mico-de-cheiro (Saimiri vanzolinii), ave Formigueiro-ferrugem (Myrmeciza ferruginea), etc., ficam sob risco de extinção à medida que o abate nas florestas da Amazônia avançam. Hoje, já existem 124 espécies endêmicas ameaçadas! 

2. Erosão e empobrecimento dos solos 

Sem cobertura vegetal, o solo fica desprotegido, sendo facilmente atingido por agentes erosivos como água da chuva, água do rio, vento, etc. Tal impacto ocasiona a erosão, que nada mais é do que o desprendimento, transporte e depósito de sedimentos de um local para o outro, trazendo e levando elementos indesejados, além de empobrecer consideravelmente o solo.

3. Diminuição dos índices pluviométricos 

Se você acha que o desmatamento da Amazônia impacta apenas a vida no próprio bioma, está muito enganado. A ação humana sobre a natureza da região influencia a falta de água sentida em outras regiões mais populosas do país, incluindo o Sudeste! 

Estudos apontam que a diminuição da quantidade de árvores na Amazônia impede o fluxo de umidade entre o Norte e o Sul do país. 

4. Mudanças climáticas 

Muitas florestas contribuem para a formação de umidade no ambiente, além de absorver o calor do sol para fazer a fotossíntese, de forma que sua retirada pode prejudicar o equilíbrio climático do local. No caso da Amazônia, já existem alguns estudos prevendo que até o ano 2050, as temperaturas aumentarão entre 2º C e 3°C! Como se não bastasse, a diminuição das chuvas pode prolongar os períodos de seca, deixando-os ainda mais severos. 

O mais preocupante é que essas alterações trazem graves consequências, como mudanças substanciais na sazonalidade, com impactos sobre plantas, animais e seres humanos.

5. Desertificação 

Estudos revelam que, se o desmatamento chegar a 50% da área original da Amazônia, o processo de desertificação pode transformar a região leste da floresta em savana. Tal feito estabeleceria um novo estado de equilíbrio, dando ao bioma uma configuração de destruição irreversível, ou seja, não teríamos chances de salvar o “ar condicionado” do país. 

6. Aumento de pragas e doenças 

A relação entre desmatamento e doenças já vem sendo debatida há algum tempo por cientistas e ambientalistas. Mas, recentemente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) concretizou um estudo inédito relacionando o desflorestamento da Amazônia e doenças como malária e leishmaniose.

Repositora de serviços ecológicos e ambientais, a floresta Amazônica, quando conservada em volume e biodiversidade, é, para os pesquisadores Nilo Saccaro, Lucas Mation e Patrícia Sakowski, a forma de conter o aumento destas doenças.

 

Essas são as principais e mais preocupantes consequências da recorrente agressão à natureza aqui no Brasil. Os números de destruição só crescem, o governo, na contramão da necessidade, segue flexibilizando as leis ambientais do país e com isso, colocamos nossa própria existência em risco. 

Então, repense suas atitudes. Consulte planos de governo antes das eleições, procure por intenções e propostas de conservação do meio ambiente, cobre das autoridades mais rigor em relação às leis ambientais e lute você também pela existência da biodiversidade. 

Vai um agrotóxico aí? Robô te conta os novos pesticidas liberados no Brasil

By | Conservação, Desastre Ambiental, Educação ambiental, Meio Ambiente | No Comments

Se os agrotóxicos causam tanto impacto na vida das pessoas contaminando a água, os alimentos e o próprio ar, nada mais justo do que todos terem acesso aos novos pesticidas que são autorizados a cada dia em nosso país.

É por isso que foi criado o Robotox, um robô que publica no Twitter todas as novas liberações de agrotóxicos aprovadas pelo Governo Federal. No dia do lançamento, em 14 de maio, a conta era de 166 novos registros desde janeiro.

Perfil no Twitter monitora os agrotóxicos pelo Brasil – Foto: Reprodução

Segundo o site Por Trás do Alimento, só 5% desses produtos foram totalmente produzidos em território nacional – ou seja, não só estamos consumindo mais, como também importando mais agrotóxicos.

O robô faz postagens diárias sobre as aprovações publicadas no Diário Oficial da União. Quando não há novas liberações, ele informa o montante levado ao mercado desde o início do ano e o volume de agrotóxicos comercializados no Brasil no momento. A iniciativa é uma parceria da Agência Pública com a Repórter Brasil.

O Por Trás do Alimento também oferece uma consulta para que você saiba o número de agrotóxicos encontrado na água que sai da sua torneira, de acordo com dados do Ministério da Saúde. São Paulo, por exemplo, teve 27 agrotóxicos detectados, sendo 11 associados a doenças crônicas, como o câncer.

Os dados também mostram a diferença da nossa legislação para a referência estrangeira: nenhum agrotóxicos desses foi encontrado na água em concentração acima do limite considerado seguro no Brasil, mas 25 estão fora dos padrões seguros para a União Europeia.

E aí, vale ficar ligado, não?