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Fernanda Sá

Entenda sobre o ESG: Environmental, Social and Governance

By | Marketing na Conservação | No Comments

Você já ouviu a sigla ESG? Até sabe do que se trata, mas não tem muita profundidade sobre o assunto? Peraí que nesse texto vou explicar tudinho sobre esse tema e, porque ele é tão importante.

 

ESG: por que sigla será ainda mais importante para as empresas em 2021

Imagem: Internet

 

O que significa ESG 

ESG nada mais é do que: Environmental, Social and Governance. Em portugues: Meio ambiente, social, e governança. Diz respeito aos três pilares utilizados para mensurar a sustentabilidade e o impacto social de um investimento em uma empresa, instituição ou negócio.  Esses critérios podem ser utilizados para ajudar a determinar melhor o desempenho financeiro futuro das empresas (retorno e risco).

ESG pode nos dizer o quanto um negócio minimiza, ou busca alternativas para minimizar, seus impactos no meio ambiente, constrói um mundo mais justo para seus clientes e funcionários, fornecedores, dentre outros e procura manter sempre os melhores processos administrativos.  

Além disso, o ESG, em vez de analisar apenas índices financeiros de uma empresa, por exemplo, também leva os investidores a  observarem fatores ambientais, sociais e de governança.

 

Embora não seja um termo novo, somente agora tem ganhado força

Até pouco tempo a sustentabilidade era entendida como uma antagonista quando o assunto era ganhar dinheiro, mas recentemente, práticas ambientais mais conscientes, sociais e de governança vêm ganhando espaço e recebendo atenção mundial e existem razões muito lógicas para isso. 

Estudos apontam que empresas, instituições e investidores que adotam melhores práticas ambientais, sociais e de governança atingem maiores impactos positivos. Além de obter mais lucratividade melhoram seu valor de mercado ao longo do tempo. 

Percebeu-se, finalmente, que, cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança são fatores que contribuem para o balanço positivo das empresas e instituições. 

 

ESG: O que é e como funciona? - CashMe

Imagem: Internet

 

Em resumo:

  • O interesse pela temática ESG no Brasil e mundo está cada vez maior. Se sua empresa, negócio ou instituição não estão por dentro desses pilares, podem se considerar ultrapassados. 
  • O engajamento dos investidores e apoiadores e o comportamento dos consumidores estão levando  em conta as empresas e instituições que assumiram esse papel de responsabilidade.
  • Existe uma pressão por parte da economia nacional mesmo, cada vez maior para que a ESG esteja na  agenda dos investidores, empresas e instituições
  • ESG tem sido um sinal particularmente eficaz de geração de retorno acima do mercado nos últimos anos.
ESG: uma sigla que diz muito sobre o negócio - Agência Envolverde

Foto: Internet

 

Ainda não conhecia essa sigla? Sua empresa, negócio ou instituição ainda não segue essas práticas.Tudo bem… Mas está na hora de mudar. Sempre é tempo de promover reestruturações internas, ainda mais quando elas só vêm atreladas a consequências tão positivas. 

Texto por Fernanda Sá

Diferentes tipos de comunicação científica nas redes sociais

By | GreenBond, Marketing na Conservação, Notícias | No Comments

Já falamos algumas vezes por aqui da importância da divulgação científica e de como isso tem ganhado uma força cada vez maior.

Hoje em dia, não precisamos nem mais dar um google para encontrar informações de qualidade. Nas próprias redes sociais tem uma galera boa se encarregando de fazer as pesquisas pra gente e resumir tudo tim tim por tim tim. E o melhor de tudo. Com uma linguagem simples, direta e principalmente acessível a todos. Mas será que todos os comunicadores científicos utilizam as mesmas técnicas de comunicação para atingir o seu público alvo? Não mesmo…. Cada um aposta em uma ferramenta própria, desenvolve o seu jeitão e a sua linha de pensamentos…. E nós? Cabe a nós escolher quais os perfis que mais nos agradam ou então seguir todos, quanto mais melhor, não é mesmo?

Hoje vamos mostrar alguns perfis que têm feito o dever de casa direitinho e trazido o verdadeiro conteúdo científico de qualidade a todos nós. 

 

Hugo Fernandes @hugofernandesbio

O biólogo que tudo sabe.

Brincadeiras a parte mas eu mesma já me perguntei várias vezes como diabos o Hugo pode estar por dentro de todos os assuntos. É polêmico, gera dúvidas, está na mídia e envolve o meio ambiente, o Hugo está comentando. 

O Hugo aposta muito nos cards e nos vídeos para passar a informação de uma maneira séria e o mais simples e direta possível. Com essa maneira de se comunicar, o biólogo conseguiu vencer a bolha acadêmica e chegar nos grupos de whatsapp de família. Devemos eterno agradecimento a ele.

E respondendo a minha própria pergunta, como é possível ele saber de tanto assunto? O cara estuda muito. Acredito que devem ser muitas noites mal dormidas em cima das notícias e artigos fresquinhos, porque não basta estar na moda, o Hugo sabe o que fala e tem fontes seguras para isso.

 

 

Atila Iamarino @oatila

Foco, força e fé

O Átila é um biólogo, microbiologista e doutor em virologia. Porque eu estou contando a formação do cara? Porque é justamente esse o seu forte e o foco que ele escolheu para a sua comunicação. 

Seu discurso nas redes sociais gira basicamente em torno desses assuntos, e no momento, o grande protagonista é o COVID 19. O Átila com certeza se tornou uma sumidade quando se trata de coronavírus. Sabem porque? Porque ele foi capaz de trazer um assunto tão sério e complexo à luz dos leigos. Sua linguagem embora muito embasada é bastante didática e acessível. O Átila foca no assunto, deposita toda a sua força na criação de conteúdos e acredita no seu potencial de disseminação da verdade.

 

 

Bioeducação digital

A geração tiktok

As meninas da Bioeducação digital acertaram uma veia boa para a comunicação científica. Seguir as tendências da moda digital. É viral, elas estão fazendo.  

Sempre linkando a modinha do momento com assuntos importantes, muito bem embasados, elas têm conseguido alcançar cada vez mais gente e principalmente, tem reafirmado o que já estamos carecas de saber: temos que mudar nossa linguagem, temos que arriscar, temos que mergulhar em águas desconhecidas para tornar a ciência conhecida.

 

 

Biólogo Carlo Stenio @steniosux

A síndrome de Peter Pan

Parece que estou sendo rude falando assim né? Mas não é. Quem dera se todos nós conseguíssemos manter sempre vivas as nossas crianças interiores. E foi exatamente isso que o Carlo conseguiu. Utilizando um elemento que todo mundo gosta, os desenhos animados, o biólogo exemplifica várias situações envolvendo o meio ambiente de uma maneira muito lúdica. Os posts são deliciosos de acompanhar e não há quem não queira saber um pouco mais sobre os temas que ele levanta e sobre os personagens da vez.

 

 

Tunes ambiental @tunesambiental

Beleza põe mesa sim

Conhecem o provérbio popular ¨beleza não põe mesa¨? O Tunes ambiental chegou pra provar que não é bem por aí. Beleza pode por mesma sim. 

Os irmãos Pedro e Ana Luiza têm apostado em fotos e vídeos bonitos da vida selvagem associados à virais da internet. Detalhe, as informações eles deixam pra colocar somente na legenda. Resultado da brincadeira? Vários compartilhamentos de seus conteúdos e um crescimento super rápido de suas redes.

 

 

Viu que cada um utiliza uma linguagem e tem funcionado muito bem? As redes sociais são igual coração de mãe. Tem lugar pra todo mundo.

 

Hoje eu escolhi alguns perfis que gosto muito, mas claro que existem inúmeros outros incríveis que tem contribuído para espalhar informações como, @binerighetti, @gufigueiroa, @maysasantoro, @waita.ong, @sifuentes.dani, @thiagobiotrips… Ixee podemos ficar aqui até amanhã… 

Vamos simplificar o trabalho? Marquem aqui nos comentários um perfil que você curta muito e que vc considera foda na divulgação científica. Vamos ver quais preciosidades da comunicação a gente acaba descobrindo?

 

Texto por Fernanda Sá

O possível reaparecimento do tigre-da-tasmânia

By | Animais ameaçados de extinção | No Comments

Depois de 90 anos considerados extintos, uma esperança surge para a comunidade científica. Podem existir tigres-da-tasmania (Thylacinus cynocephalus) vivos!

 Pra quem não faz ideia do que estamos falando, vamos com uma breve introdução.

 

Tigre-da-tasmânia: Austrália cogita existência de marsupial declarado extinto

Tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus). Foto: Internet

 

Quem são os tigres-da-tasmânia?

Nativo da Austrália, os tigres-da-Tasmânia, ou lobos-da-tasmânia eram, ou são, com as últimas notícias, conhecidos como “o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos”. Pertencem à mesma infraclasse de mamíferos que os gambás e os cangurus, última espécie do gênero, Thylacinus (tilacino). Sua aparência é bastante peculiar, lembrando uma mistura entre cães, cangurus e tigres. Sua pelagem varia entre marrom-amarelado e cinza, mas sempre com listas escuras. 

 

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tigres-da-tasmania (Thylacinus cynocephalus). Foto: Internet

 

Porque o tigre-da-tasmânia supostamente foi extinto?

Os principais motivos da, até então acreditada extinção da espécie, foram doenças, a invasão do homem ao seu habitat natural e a intensa caça com recompensas de exemplares da espécie. Até então, o último registro em imagem do “tigre” data de 1932.

 

Tigre-da-tasmânia, declarado extinto em 1936, no museu de Austrália

Tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus), declarado extinto em 1936. Foto: Museu de Austrália.

 

Boas notícias? Novos estudos e registros sugerem que alguns exemplares vivos de tigres-da-tasmânia podem ter sido encontrados na Austrália.

Em um vídeo emocionante, o presidente do Thylacine Awareness Group of Australia (Grupo de Conscientização sobre ‘tigre-da-Tasmânia’ da Austrália ou, em sigla, TAGOA), Neil Waters, relatou, no dia 22/02, que viu um tigre-da-tasmânia. Confira o vídeo na íntegra aqui. 

“Eu posso dizer que têm três animais. Nós, eu e a comunidade, acreditamos que na primeira imagem temos a mãe. Na segunda imagem, sabemos que é um filhote pois é muito pequeno. E a terceira imagem é o pai”, contou Neil. Neil ainda conta que deixou as imagens com Nick Mooney, do Museu e Galeria de Arte da Tasmânia, em Hobart, para serem analisadas por especialistas, mas diz estar esperançoso.

 

O Tigre da Tasmânia pode não estar extinto

Tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus). Foto: Internet

 

O vídeo foi divulgado nesta segunda-feira (01/03), porém as imagens são de baixa qualidade, e não convenceram sobre a veracidade do fato. Você pode ver as imagens clicando aqui

 

Essa possível re-aparição do tigre-da-tasmânia não é a primeira vez

Entre 1910 e 2019 mais de 1200 pessoas afirmaram ter visto o tigre-da-tasmânia. Esses dados foram analisados pelo ecologista de mamíferos, Barry Brook, que trabalha na Universidade da Tasmânia. Barry e colegas de trabalho criaram uma Base de Dados de registros do tigre-da-tasmânia, a Tasmanian Thylacine Sighting Records Database

Em 2018, ciclistas reportaram às autoridades australianas que se depararam com um animal de aparência bem diferente. Em 2019, outras pessoas também relataram ter avistado o mesmo animal e, após pesquisarem na internet, acreditaram ser um tigre-da-tasmânia.

 

A misteriosa espécie que segue 'reaparecendo' após ser extinta - BBC News Brasil

Tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus). Foto: BBC

 

Apesar de ainda não comprovado cientificamente, continuamos na torcida para que realmente ainda existam vivos exemplares de espécies e contar com a ciência para lutar para que os tigres-da-tasmânia vençam a extinção.

Dia mundial do Pangolim

By | Animais ameaçados de extinção | No Comments

Hoje é o dia mundial do pangolim? Quer conhecer mais sobre essa criaturinha? Vem com a gente!

O pangolim, também conhecido como “tamanduá escamoso” é um mamífero bem diferentão que vive na Ásia e África. A caraterística mais marcante desse bicho é que o seu corpo é recoberto de escamas muito características. Esse segundo nome, tamanduá escamoso, também se deve ao fato de que eles, assim como os tamanduás, utilizam suas longas e pegajosas línguas para se alimentar, principalmente, de cupins e formigas.

Reino: Animalia
FIlo: Chordata
Classe: Mammalia

Ordem: Pholidoa

Família: Manidae

Foto: wildfor.life

 

As diferentes espécies de pangolim

São conhecidas 8 espécies diferentes de pangolins.  Todas as oito espécies são protegidas por leis nos locais onde são encontradas.

 

Conheça as espécies existentes de pangolim

As espécies existentes de pangolim. Fonte: Brasil escola

 

Características

Os pangolins variam de 1,6 kg até 33 kg, e sua coloração vai do castanho amarelado até o marrom-escuro. Apresentam corpo recoberto por escamas sobrepostas de queratina que crescem durante toda a vida do animal. Quando o animal nasce, as escamas são flexíveis e possuem coloração mais clara. São os únicos mamíferos verdadeiramente escamosos do mundo.

A parte inferior do pangolim não apresenta escamas. Possuem cabeça cônica, língua longa e pegajosa e não possuem dentes. Sua visão não é muito desenvolvida sendo o olfato apurado o seu melhor guia.

 

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Foto: wildfor.life

 

Hábitos

Os pangolins são animais com maior atividade durante a noite, passando os dias enrolados no ninho. São animais solitários costumam ser  bastante especialistas quanto a sua alimentação. Isso quer dizer que tem preferência por um tipo bem específico de alimentos: os insetos. Eles destroem os ninhos utilizando suas garras para capturar suas presas.

Para se defender, além de se enrolar, podem também utilizar suas caudas afiadas. 

 

Foto: Super interessante

Reprodução

A maturidade sexual dos pangolins é atingida por volta dos dois anos. A gestação varia de acordo com a espécie, podendo variar de 70 a 139 dias. Os filhotes são amamentados nos primeiros quatro meses, mas já podem começar a comer formigas e cupins logo no primeiro mês de vida.

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Foto: Elyane e Cedric Jacquet

 

Principais ameaças 

Uma das principais ameaças que o pangolim vem sofrendo é a destruição de habitat. Além disso, sua carne e escamas são utilizadas na fabricação de medicamentos, fazendo com que eles sejam um grande alvo de caças.

Vamos dar destaque a um triste fato: O pangolim é o animal mais traficado do mundo. Suas escamas são comercializadas como afrodisíacas.

 

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Comercialização de escamas de pangolim. Foto: National Geographic

 

Qual o próximo bicho que vocês querem conhecer? Deixem aqui nos comentários!

E-mail marketing. O que é e qual a importância dessa ferramenta no mundo atual.

By | Marketing na Conservação | No Comments

Convenhamos… Por mais que as redes sociais venham crescendo de maneira assombrosa, ninguém nunca deixou de usar o bom e velho e-mail.

Sem dúvidas o e-mail é a ferramenta de comunicação com maior número de usuários. 

Sabemos que existem hoje outras maneiras de conversar diretamente com o seu público, mas o e-mail continua sendo a mais simples delas.

Ainda não está convencido de que sua instituição precisa começar a usar o e-mail marketing? 

Vou te dar alguns bons motivos.

 

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Imagem Internet

 

Antes de mais nada, o que é e-mail marketing?

O e-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto e individual. A partir do uso de ferramentas específicas, algumas delas até gratuitas, do estudo das métricas e da automação é possível criar uma comunicação única para cada usuário. Desse modo, através de análises baseadas na interação individual, é possível que cada pessoa receba um conteúdo relevante para ele. 

 

Pontos positivos do uso dessa estratégia

 

  • Todo mundo tem um e-mail

 

Dados estatísticos apontam que mais de 90% dos adultos que utilizam a internet possuem e-mail e 60% dessas pessoas verificam o e-mail pelo menos uma vez ao dia.

 

  • Alto nível de engajamento

 

Ao ser utilizado de maneira correta, o e-mail marketing chega a ser 40 vezes mais efetivo do que o marketing em redes sociais. 

  • Altas taxas de conversão

O e-mail marketing apresenta maiores taxas de conversão do que as redes sociais. Em termos de venda, a taxa chega a ser de até 70%. 

 

  • Criação de vínculo e fidelização 

 

Através do e-mail que você vai criar um laço com o usuário, fazendo com que ele se lembre de você constantemente, saiba as novidades em termos de serviços e conteúdo que você está oferecendo no site e nas redes sociais. 

 

  • Segmentação

 

Através da análise de informações diversas, como interesse, localidade, produto ou serviço consumido, dentre outras, é possível gerar diferentes tipos de conteúdos e direcioná-los a grupos específicos. Quanto mais segmentada for essa base, melhor a sua comunicação com o público. 

 

  • Personalização

 

Todo mundo gosta de atenção, não é mesmo? Faz total diferença ser chamado pelo nome no e-mail e quando o remetente sabe quais produtos você comprou. Isso te torna especial!

Com o Email Marketing é possível utilizar variáveis ao longo do seu corpo de texto tornando seu email personalizado com base no banco de dados dos usuários. 

  • Automação

 

Através de ferramentas é possível criar automações baseada em ações, como ter baixado determinado material ou ter respondido algo importante, abrir a mensagem ou clicar em algum link específico.

Combinando essas informações à personalização dos emails e segmentações do público, a automação vai contribuir grandemente para o aumento do engajamento do seu público.

 

  • Análise de Métricas

 

Uma das maiores dificuldades quando enviamos e-mail manualmente é analisar os resultados. Quantos e-mails foram enviados, quantos foram abertos, quantos cliques em um link.

Ao utilizar uma plataforma própria, você terá acesso a essas métricas e isso te possibilitará ter uma melhor leitura do seu público e melhorar as suas ações. 

 

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Imagem da Internet

 

Tenho certeza de que você já está convencido de que essa, sem dúvidas, é uma ferramenta incrível.

Então não perca mais tempo e corra já atrás desse recurso pro seu projeto.

Fiquem ligados aqui no nosso blog que em breve postaremos mais dicas.

Personagens da conservação: Peter Crawshaw

By | gigantes da conservação, Personagens da conservação | No Comments

Você conhece as grandes personalidades da conservação? Ao longo dos anos, pudemos contar com alguns heróis que deram início a grandes ideias ou tiveram papéis importantes em determinados projetos de proteção ao meio ambiente. Seus princípios e histórias de vida são uma inspiração para nós, que formamos uma enorme corrente a favor da natureza.  

Vamos explorar a história desses gigantes aqui em nosso blog. A informação é nossa principal arma. Por meio dela, desejamos munir a população de conhecimento, inspirar cidadãos comuns e trazer o maior número de pessoas  para o “lado verde da força”.

 

Hoje vamos conversar sobre uma das maiores inspirações para quem trabalha com mamíferos e conservação no Brasil. Vamos falar sobre Peter Crawshaw.

Peter formou-se em Ciências Biológicas no ano de 1977 pela Unisinos (RS), onde fez estágio em um zoológico – neste estágio já tinha grande admiração pelos felinos do local. Fez mestrado e doutorado pela Universidade da Flórida. Trabalhou no IBDF, no IBAMA e aposentou em 2012, como analista ambiental do Cenap, centro especializado do ICMBio. Atualmente continua participando de projetos de conservação de felinos e mora em Passo de Torres, SC.

 

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Peter Crawshaw no programa do Jô.

 

O história por trás da história

Nascido no Sudeste de São Paulo, no município de São Vicente, Petter teve seu primeiro contato com a fauna devido às atividades de caça exercidas pelo pai e seu grupo de amigos. As caças eram diversas, variando desde catetos, queixadas e até muriquis.
Petter conta que em uma das caçadas do grupo, uma fêmea de muriqui foi morta, deixando um filhote órfão. O pai de Peter acabou levando o filhote para casa, que permaneceu com a família até uma morte prematura, possivelmente por causas alimentares.

Com 10 anos de idade, o menino passou também a caçar, mas o que mais o encantava, eram as atividades que rodeavam a prática, como acampar.

 

Trajetória

Com o tempo, toda a família foi deixando esse hábito para trás.

Em 1966 eles se mudaram para o Rio Grande do Sul, onde tiveram, por dois anos, uma vida bem rural. Após esse período mudaram-se para Porto Alegre, onde Petter cursou a faculdade.

Um pouco antes de se formar, recebeu uma carta de uma amiga que falava que George Schaller, estava indo ao Brasil e que estava procurando uma área para estudar onças-pintadas no Pantanal. George é um importante zoólogo, pioneiro no estudo em campo de várias espécies carismáticas como tigre-asiático, leão, leopardo-das-neves, gorila-das-montanhas, dentre outros. 

Peter enviou uma carta a George falando do seu interesse em trabalhar com ele. Se conheceram em Brasília, onde George fez um convite para que Petter o visitasse no Pantanal. Petter não perdeu a oportunidade e fez uma proveitosa visita de 10 dias que incluiu muito campo e estreitamento de laços. Em janeiro de 1977 foi contratado para iniciar o trabalho com Geroge. Desde 1978, mediante um convênio entre o IBDF e a Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza (FBCN), o projeto no Pantanal contou com a participação de Peter Crawshaw.

Quando George e Peter chegaram ao Pantanal, acompanharam indiretamente a população de onças moradoras da fazenda de estudo através de rastros.

O objetivo era colocar colares de monitoramento, aparelho recente, testado até então, somente com urso-pardo e puma-americano nos Estados Unidos. Mas ainda, nunca tinham conseguido pegar as onças com armadilha, para colocar o colar.

Com isso, o projeto contratou outro pesquisador, que tinha experiência com armadilhas e eles conseguiram capturar uma fêmea de onça-pintada em uma fazenda vizinha.

Ao total, duas fêmeas de onças-pintadas e também um macho de onça-parda foram marcados entre abril de 1977 e maio de 1978.

Até que, em julho de 1978, o trabalho no local foi interrompido, quando empregados da fazenda, por ordem do administrador do local, devido a conflitos econômicos/culturais e predação de gado, matou duas onças do local de estudo que ainda não haviam sido marcadas.

Em 1980, conseguiram uma nova área de estudo de onças no Pantanal, retomando as pesquisas. Neste ano, George foi para a China estudar o panda-gigante e o biólogo americano Howard Quigley veio, ficando com Peter até 1984, quando finalizaram o estudo. Entre 1980 e 1984, sete onças foram monitoradas.

Desde 1978, através de um convênio entre o IBDF e a Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza (FBCN), o projeto no Pantanal contou com a participação de Peter. 

Da esquerda para a direita: George Schaller, Peter Crawshaw e Ana Rafaela D’Amico, em expedição no rio Roosevelt, em 2015. Foto: Arquivo Pessoal George Schaller – Oeco

Uma lenda vida

Há mais de 30 anos Peter Crawshaw é uma referência, na verdade uma lenda, em trabalhos com onças no Brasil, 

Foi ele o responsável pela primeira foto já feita no mundo todo de uma onça-pintada em armadilha fotográfica.

 

Nenhuma descrição de foto disponível.

primeira foto já feita no mundo todo de uma onça-pintada em armadilha fotográfica.

 

Esta foto histórica marca a trajetória de uma vida dedicada à conservação de felinos.

Petter também foi o responsável por capturar a primeira onça no Parque Nacional do Iguaçu, fez os primeiros estudos na região e  criou o projeto Carnívoros do Iguaçu. Hoje ele ajuda na elaboração de um planejamento estratégico para cinco anos do Projeto Onças do Iguaçu.

 

Petter é uma referência na consolidação da pesquisa e conservação de carnívoros no Brasil! Só temos a agradecer, por todas as suas contribuições. 

Ficha animal: Zebra

By | ficha animal | No Comments

Brancas de listras pretas ou pretas de listas brancas? A tal da zebra é com certeza um dos animais mais icônicos desse planeta. Não tem quem não conheça e não seja encantado por essa simpatia.

Vamos aprofundar mais um pouco no mundo das Zebras?

 

Reino: Animmalia

Filo: Chordata

Classe: Mammalia
Ordem: Perissodactyla

Família: Equidae

Gênero: Equus

Espécie:

Equus grevyi

Equus quagga

Equus zebra

 

Zebra é um animal preto com listras brancas ou branco com listras pretas? - 29/06/2020 - UOL TILT

Zebra. Foto: UOL

Características

A principal característica das zebras são as listras pelo corpo. Estes animais possuem uma padronagem da pelagem composta por listras contrastantes de cor. O corpo é branco com listras pretas dispostas na vertical. As patas sofrem uma exceção, sendo que nessa região as listras se encontram na horizontal.

Existem várias hipóteses do porquê das zebras serem listradas. As possibilidades mais estudadas pelos cientistas são de que as listras são eficazes contra picadas de insetos; ou que teriam função de termorregulação; ou ainda que sirvam como uma forma de camuflagem, protegendo-as de predadores.

Para a primeira hipótese, muitos estudos já mostraram que as moscas tendem a não pousar em superfícies listradas. 

No caso da termorregulação, hipótese que também sofre muita controvérsia, as llistras pretas absorveriam o calor e aqueceriam as zebras na manhã; já as listras brancas refletem mais a luz e, portanto, poderiam ajudar a refrescar os animais enquanto eles pastam por horas sob o sol escaldante. 

Por último a hipótese de defesa contra predadores, não que essa seja a mais aceita. Nesse caso alguns pesquisadores defendem que as listras confundiriam os leões. 

 

As zebras são mamíferos da ordem Perissodactyla, ou seja, aqueles que possuem nas patas dedos em número ímpar.

A zebra-das-planícies mede entre 2 e 2,6 m de comprimento e pesam até 350 kg, sendo os machos um pouco maiores do que as fêmeas. A zebra-de-grevy mede entre 1,25m a 1,50m e pesa cerca de 450 kg e suas listras, além de muito estreitas, não cruzam sobre a parte inferior das costas, ao contrário das zebras-da-montanha-do-cabo.  Já a zebra-da-montanha-do-cabo é a menor zebra pesando cerca de 272 kg.

 

Zebra África Safari Mundo - Foto gratuita no Pixabay

Zebra África. Foto: Pixabay

 

Parecidas, mas não iguais

Embora pareçam todas iguais, cada zebra tem o seu próprio padrão de listras, tornando possível a identificação de cada indivíduo. 

Funciona como nossas digitais. Legal, não é?

 

Afinal, pretas com listras brancas ou brancas com listras pretas?

Ainda existe uma grande controvérsia em relação a sua coloração. Alguns especialistas defendem que análises de DNA comprovam que as zebras são animais pretos de listras e manchas brancas.

Já outros como o biólogo Guilherme Domenichelli, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo,afirmam que as  zebras são realmente brancas com listras pretas. “Observando-se a zebra de grevy (Eqqus grevyi) é possível confirmar esta hipótese, pois barriga do animal é toda branca, com as estreitas listras pretas cobrindo o resto do corpo”,

O fato é que, se vocês acharam que iriam descobrir a resposta nesse texto, estão errados. Continuaremos todos com a dúvida. 

Foto de Bando De Selvagens Zebras E Gnus Na Savana Africana Contra Um Belo Pôr Do

Zebras selvagens. Foto Istock

 

Ocorrência 

Da mesma família dos cavalos, as zebras são nativas da África central e do sul. Habitam as famosas savanas e dividem território com muitos dos grandes mamíferos terrestres.

 

Hábitos 

São animais sociais e vivem em grandes grupos distribuídos por famílias compostas por macho, fêmeas e filhotes. Por serem atacados habitualmente por leões, são extremamente velozes e possuem um poderoso coice que pode até quebrar a mandíbula de um felino.

Realizam a maior migração africana. Dezenas de milhares destes animais andam cerca de 500 Km entre as estações secas e chuvosas, buscando o lugar onde tem maior oferta de comida.  São herbívoras, alimentando-se principalmente de capim. 

 

Grande Migração | Curiosidade Animal

Migração de zebras. Foto: Curiosidade Animal

 

Domesticação 

Apesar das diversas tentativas, as zebras, diferentemente dos outros membros da família, não são domesticadas.

 

Ameaças

Todas as espécies sofrem com caça e perda de habitat, a menos ameaçada é a da planície. A das montanhas encontra-se como vulnerável pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e a de Grevyi é a mais preocupante, classificada como “em perigo” pela diminuição de água disponível, doenças, competição por área e recursos e está restrita a uma pequena área de sobrevivência.

 

O que aprendemos sobre as zebras, que nunca na história da humanidade um bichinho deu mais olê nos cientistas e nada melhor do que finalizar nosso texto com a famosa frase de Sócrates “ Só sei que nada sei”.

 

Texto por: Fernanda Sá

Importância do design para projetos de conservação

By | GreenBond, Marketing na Conservação | No Comments

Quando falamos em projetos de conservação, o que te vem em mente?

Posso chutar alguns de seus pensamentos sem medo de errar. Biólogos e veterinários com suas roupas e apetrechos peculiares no meio da mata, manejo de animais silvestres, perrengues em campo, dias e dias escrevendo projetos e relatórios… Acertei, não foi?

Arrisco ainda dizer um pensamento que não passou nem de longe por suas cabeças, querem ver? A comunicação desses projetos. 

 

A verdade nua e crua

Meus caros, o mundo mudou, as mídias chegaram atropelando tudo e quem não é visto, não é mais lembrado. Fazer uma boa comunicação de seus projetos agora é tão importante quanto publicar seus resultados em revistas internacionais. 

E como fazer uma boa comunicação, que atinja mais gente, principalmente as que estão fora da nossa bolha? Através do marketing. Sim, a boa e velha propaganda. 

 

Dos cientistas para o mundo

Temos que aprender a divulgar pro mundo os nossos trabalhos e sabe qual a melhor parte? Nunca foi tão fácil fazer isso. 

As mídias estão aí, abertas e acessíveis, as ferramentas estão disponíveis e a criatividade… Ops? Travou na criatividade? Não tem problema, afinal não temos mesmo que ser bons em tudo. Tem gente especializada nisso.

Por que não encarar de uma vez por todas que a conservação é multidisciplinar e chamar figurinhas de outras áreas para fazer parte do time? 

Pode chegar galera do marketing e do design. Precisamos de vocês para somar a nossa equipe do bem? Afinal, não basta só fazer, tem que fazer bem feito!

Com cada vez mais pessoas seguindo os nossos passos e acompanhando nosso dia a dia, os projetos, assim como as empresas, estão sendo obrigados a criar um design próprio, que tenha a sua cara, a sua identidade, que converse bem com o seu público e que, acima de tudo, seja lembrado e reconhecido. 

Mesmo que estejamos todos do mesmo lado, o mundo é competitivo, e para conseguir alcançar maiores resultados e recursos, não basta mais apenas sermos bons profissionais, temos que ser bons e ¨lindos¨.

 

Why Should We Save The Giant Panda- WWF Hot Air Balloon | Panda Things

Ações da WWF usando e abusando de seu design simples e já bem consolidado. Imagem internet

 

Qual o papel do design para projetos de conservação?

Uai, já falei alí em cima, fazer o projeto ficar lindo. 

Brincadeiras à parte, o papel do design nos projetos de conservação não é simples. Ele tem a árdua, mas gratificante missão de, agregar valor e qualidade ao projeto, conectar as pessoas à causa, fazer com que elas se sintam acolhidas e partes daquela ideologia e principalmente, tornar a imagem visual do projeto agradável e facilmente reconhecida.   

 

A criação da identidade visual do projeto

Essa é uma etapa importante pois essa será a cara do projeto. 

Primeiro, temos que ter muito claro qual é a essência do trabalho. Qual público alvo desejamos atingir, com quem queremos conversar, qual imagem desejamos difundir…. 

Com essas informações em mãos vem a parte divertida. Pensar na paleta de cores, nos tipos de letras, formas e símbolos que irão acompanhar as suas artes.

É muito importante uma padronização de todos os materiais produzidos. Isso não quer dizer que serão iguais, quer dizer que o ideal é que sigam uma linha criativa única. 

Isso vai garantir uma melhor assimilação entre as produzidas por vocês e o projeto.  Depois de um tempo, é tiro e queda. Bateu o olho em algum material e já sabe de qual projeto ou instituição se trata.

 

Identidade visual: você já parou para pensar nela? - Blog de Performance  Digital e UX | Agência 242

Imagem internet

 

Achou complicado? Não se preocupem, tem empresas, como a Greenbond, que são especializadas nisso e que podem ajudar nessa parte. 

Sei que não é tão simples, mas com as pessoas certas, o design do seu projeto vai ficar maravilhoso e funcional.

 

 

Quer mais dicas de como tornar o seu projeto parte dessa geração visual e cada vez mais digital? Deixa um comentário pra gente ou nos procure nas nossas redes sociais @greenbondconservation

. Vai ser um prazer ajudar vocês. 

 

 

Pesquisadores levantam quantas espécies de mamíferos e aves foram salvas da extinção nos últimos 30 anos

By | Projetos de conservação | No Comments

Diversas vezes postamos aqui sobre projetos que estão lutando bravamente para a recuperação de uma espécie ameaçada de extinção. Mas será que isso é possível? Esses projetos conseguem atingir seus objetivos? As espécies realmente são salvas da extinção?

A resposta está no artigo publicado na revista Conservation Letters.

 no final do ano passado. A jornada é árdua mas, SIM, os projetos fazem a diferença!

 

A pesquisa

Um grupo de pesquisadores internacionais, liderados por cientistas da Newcastle University, do Reino Unido, se uniu para analisar os impactos que os conservacionistas têm causado sobre as espécies ameaçadas e listou quantas espécies deixaram de desaparecer por conta de suas ações nos últimos 30 anos.

O objetivo desses pesquisadores, segundo conta Rike Bolam, principal autora do estudo, foi identificar quantas extinções foram evitadas desde 1993, quando entrou em vigor a Convenção sobre Diversidade Biológica, e desde 2010, quando foram adotadas as últimas metas relativas a ela, incluindo a que tratava da prevenção de extinções. 

Os autores queriam identificar se a política realmente causou impactos sobre o número de extinções evitadas.  

Como base da pesquisa, os autores utilizaram  a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza. Todas as espécies de mamíferos e aves classificadas como “extintas na vida selvagem”, “criticamente ameaçadas” ou “ameaçadas” foram analisadas. Segundo os autores essa escolha se deu ao grande número de dados existentes sobre esses grupos.

 

 

O resultado

Quer tentar um palpite de quantas espécies foram salvas? 

Pois, saiba você que ações de conservação evitaram entre 21 a 32 extinções de aves e 7 a 16 de mamíferos desde 1993, e entre 9 a 18 extinções de aves e 2 a 7 mamíferos desde 2010. Chocante, né? E mesmo com esses esforços todos, dez espécies de aves e cinco de mamíferos entraram em extinção nos últimos 17 anos. Mas os cientistas afirmam: Sem esses esforços essas taxas poderiam ser 2,9% a 4,2% mais altas.

 

Vamos a uma lista de quais animais desapareceram:

Espécies em que suspeita-se terem sido extintas na natureza:

  • Uma espécie de marsupial de Papua-Nova Guiné
  • Uma espécie de golfinho de água doce da China
  • Uma espécie de macaco da África
  • O caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum)
  • A arara-azul-pequena (Anodorhynchus glaucus)

Caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum). Foto: Aves de rapina Brasil

 

Espécies extintas: 

  • O morcego Pipistrellus murrayi, na Austrália
  • O pequeno roedor Melomys rubicola, na Austrália
  • Aves que viviam em ilhas como Galápagos ou Havaí, ou na América Central ou do Sul. 

 

Um minuto de silêncio para o Melomys rubicola - Uma Gota no Oceano - ONG de divulgação de direitos indigenas, mudanças climaticas, meio ambiente e muito mais

Melomys rubicola. Foto: Uma gota no oceano

 

Agora focando nos bons resultados…

O lince-ibérico (Lynx pardinus); o condor-da-califórnia (Gymnogyps californianus); o porco-pigmeu (Porcula salvania), nativo da Índia; o cavalo-de-przewalski (Equus ferus przewalskii), equino selvagem da Mongólia, que chegou a ser extinto na natureza; e o papagaio-de-porto-rico (Amazona vittata), dentre outras, tiveram o número de suas populações aumentadas.

 

The Iberian Lynx (Lynx pardinus) is considered Critically Endangered by... | Download Scientific Diagram

lince-ibérico (Lynx pardinus). Foto: Klima Naturali

 

Quais foram as táticas usadas pelos cientistas que resultaram em sucesso?

São várias e, funcionam principalmente quando combinadas, mas Rike Bolam destaca que, o controle de espécies invasoras, a proteção de áreas naturais e a conservação ex-situ, como a reprodução em cativeiro são as que mais merecem destaque.

 

Vai Brasil!

Das 32 espécies de aves cuja extinção foi provavelmente evitada cinco são endêmicas do Brasil. 

  • Choquinha-de-alagoas (Myrmotherula snowi)
  • Mutum-de-alagoas (Pauxi mitu)
  • Mutum-de-bico-vermelho (Crax blumenbachii)
  • Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari
  • Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)- Vale ressaltar que essa ainda não pode ser vista voando livre na natureza, mas em breve teremos notícias de sua soltura.

 

Ipaam transfere para MG duas fêmeas da ave mutum ameaçadas de extinção | Amazônia | A Crítica | Amazônia - Amazonas - Manaus

Mutum-de-alagoas (Pauxi mitu). Foto: A crítica

 

Quer saber mais sobre esses trabalhos, clica aqui!

 

Ainda temos muitooo pra conquistar, mas já é um bom começo, né? Parabéns a todos os pesquisadores envolvidos em cada uma dessas vitórias e terminamos esse texto com a famosa frase clichê: Todos esforço, valeu a pena!

 

Texto por: Fernanda Sá

Retrospectiva do bond: 2020

By | GreenBond | No Comments

2020 foi sem dúvidas um ano peculiar. Enfrentamos vários desafios, reinventamos, criamos, ousamos, saímos da nossa zona de conforto. Demos abraços virtuais para comemorarmos várias coisas juntos, porém a distância. 

Mas isso quer dizer que foi um ano ruim? De maneira nenhuma. Foi um ano de muito, muito aprendizado. 

Vamos ver o que o nosso bond aprontou durante esse ano um tanto quanto diferente? Vem com a gente!

 

Começamos o ano com o pé direito

Nossa primeira saída de campo foi uma viagem incrível para a Amazônia. A convite do Instituto Mamirauá, partiu nosso querido Diego para o município de Tefé para conhecer as instalações da instituição. O objetivo foi conhecer melhor os projetos desenvolvidos por eles e  traçar estratégias de comunicação junto a equipe de lá. Nada melhor do que vivenciar essa experiência para entender a melhor maneira de agir. 

 

Visita do Diego arruda ao Instituto Mamirauá

 

Era uma vez uma pandemia

Poucos meses depois da nossa estreia fantástica em 2020… BUM… Explode uma pandemia mundial ocasionada pelo coronavírus. 

¨Todo mundo já pra casa, cuidar de vocês, dos seus e dos próximos¨.

E agora? A sorte é que já tínhamos uma carta na manga. Um programa incrível gravado antes da pandemia que só seria exibido em 2020.

Em abril de 2020, foi ao ar o episódio mais emocionante do The Wall, do Caldeirão do Huck. Mais emocionante porque lá estavam eles participando, ninguém mais, ninguém menos que nossos guerreiros Gustavo Figueiroa e Diego Rugno representando belissimamente o Onçafari.

Eles deram sorte com a parede? Com a parede não. Arrecadaram somente R$2800,00, mas fizeram muito melhor do que conseguir recurso financeiro. A equipe representou de maneira brilhante o Onçafari, a causa das onças-pintadas e cumpriram muito bem a importantíssima função de defender a conservação do Pantanal. 

O resultado pro Onçafari não poderia ser melhor. Milhares de seguidores a mais em suas redes sociais e sua mensagem replicada para milhões de telespectadores do Brasil inteiro.

 

Participação no The Wall representando o Onçafari

 

Lives

E chegou a era das lives. E como foram feitas lives em 2020, em?

Em agosto a Greenbond organizou uma live realizada entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a SOS Pantanal, Instituto Tamanduá,  Instituto Arara Azul, Projeto Ariranha e a repórter Cláudia Gaigher. Foi uma live incrível e super necessária.

 

Participamos de mais de 20 lives representando diversos clientes: Onçafari, SOS Pantanal, Biofaces… Foram muitas lives!

 

Um Dia no Parque

Nossa equipe também abraçou o Projeto Um Dia No Parque, um evento com o propósito de divulgar e celebrar as áreas protegidas no Brasil e no mundo. O evento aconteceu online no dia 18 de outubro e contou com a participação de mais de 240 pessoas assistindo. 

Foram produzidos e organizados pela nossa equipe 94 posts, 4 vídeos e duas transmissões ao vivo. Foi muito lindo e você ainda pode conferir clicando aqui.

 

Projeções do evento Um dia no Parque no Cristo Redentor

 

#RMC2020

Em dezembro de 2020 o WAITA realizou o II Workhop: Reabilitação, Monitoramento e Conservação da fauna silvestre. O #RMC2020.

O objetivo do evento foi promover a integração entre as instituições, fortalecer e criar parcerias, discutir ações em prol da conservação, traçar metas, trocar conhecimentos e tudo isso de uma maneira muito leve e divertida. 

A Greenbond foi convidada pelo WAITA para participar da produção deste evento, assumimos a produção de artes, edição de vídeos e suporte técnico em mídias sociais. 

Foi um prazer participar desse evento tão importante com vocês.

 

Participação do Diego Arruda no #RMC2020

 

SOS Pantanal 

No ano de 2020 o Pantanal foi acometido pelo pior incêndio da história. Mais de 30% do bioma foi consumido pelo fogo.

Um dos clientes da Greenbond é a SOS Pantanal, que atua diretamente em ações de preservação do bioma e comunidades Pantaneiras.

Entendendo a necessidade de atuar rapidamente, a equipe da GreenBond criou uma estratégia eficaz de comunicação lançando artes, vídeos e cards com atualizações e informações simples sobre a situação do Pantanal. Com isso, a SOS Pantanal passou de 16 mil seguidores em setembro para 192 mil seguidores em novembro e ganhou uma visibilidade mundial. Vários artistas se mobilizaram pela causa e o Gustavo Figueiroa, que representou muito bem a SOS Pantanal, realizou diversas ações com essas celebridades, entre lives e expedições. 

Também foi lançada uma campanha de arrecadação de recursos para o combate, prevenção ao incêndio e apoio a comunidade que arrecadou mais de um milhão de reais.  

Um dos artistas que apoiou a causa foi o Luan Santana, culminando em uma live e em um movimento de arrecadação de fundo,  ¨O Pantanal Chama¨, transmitida diretamente do Pantanal pelos canais do Luan Santana e pela National Geographic. Você pode assistir a live clicando aqui.

Nossa equipe também participou de 3 expedições no Pantanal representando a SOS Pantanal. 

 

Incêndios no Pantanal. Foto: Gustavo Figueiroa

 

Participação em eventos

  • Participação no Espaço Marketing para a Conservação e Educação Ambiental do II Workshop: Reabilitação, Monitoramento e Conservação da Fauna Silvestre.
  • Palestra no CONAS ( Congresso Online de Animais Silvestres)
  • Palestra na semana da biologia da UFMG

 

Wildingtone

Em 2020 a Greenbond lançou também a Wildingtone. Um projeto que tem como objetivo trazer estampas com inspirações em animais para produtos do nosso dia a dia. 

 

Ao todo foram criadas 66 estampas inspiradas na vida selvagem.Ufaa! Vocês estão achando que é moleza? O ano foi atípico sim, mas nada de ficar parados.

E que esse 2020 seja uma inspiração para que a gente e todos vocês façam ainda mais bonito em 2021! 

 

Toda a nossa equipe deseja a vocês, feliz ano novo!